Quem namora no trabalho já fez isso mais de uma vez

size_810_16_9_namoro-no-escritorioNamoro no escritório: relação não interferiu no trabalho na opinião de mais 80% das pessoas.

Muitas empresas até tentam proibir e advertem sobre a prática em suas normas de conduta, mas tentar controlar o coração dos funcionários é tarefa ingrata e infrutífera. Pesquisa do Vagas.com obtida com exclusividade mostra que paixão e trabalho convergem, sim, para algumas pessoas.

No entanto, poucos admitem, o que até surpreendeu a equipe do Vagas.com. Entre os mais 3 mil profissionais consultados, só 12,5% confessaram ter se relacionado com colegas de trabalho. “A gente esperava algo em torno de 30%. O que a gente se pergunta se as pessoas têm receio de falar sobre isso”, diz Rafael Urbano, coordenador da pesquisa.

Para quem o assunto não é tabu, a chance de reincidência é alta. Quase 40% daqueles que confessaram experiências amorosas com pessoas da mesma empresa admitiu também que é reincidente, ou seja, já se relacionou mais de uma vez nesse contexto.

Relacionamentos relâmpago são a maioria dos casos (31,8%). Namoro e até casamento também foram relatados por 30,8% e 29% dos entrevistados, segundo a pesquisa. Mas os encontros em sua grande maioria são bem longe do escritório.

Grande parte das pessoas mantém a troca de carinho bem longe do escritório. Apenas 5,5% admitiram que o primeiro encontro aconteceu dentro do trabalho.

Contar ou não contar para o pessoal da empresa?

A maior parcela dos casais (40,5%) não escondeu a relação de ninguém. Outros 37,5% só contaram para as pessoas de confiança. Mas 19,1% acharam melhor manter sigilo e 2,9% só contaram para o chefe.

“Também nos surpreendeu o fato de que somente um quarto mencionou que as empresas possuem alguma política para relacionamentos dentro do ambiente de trabalho”, diz Urbano. Mais da metade, 56,7%, disse que não há nenhuma orientação nesse sentido e 19% não sabem se há ou não regras para relacionamentos entre funcionários.

Namorar chefe é raro

Relacionamentos entre chefes e subordinados são raros, apenas 3,7% dos casos relatados. São essas situações que as empresas tentam evitar a todo custo. “Aqui na Vagas.com, nós temos como política que o relacionamento não interfira diretamente na relação de trabalho e, normalmente, o que é avaliado é se tem esse impacto”, diz Urbano.

Os encontros e namoros mais bem aceitos, segundo Urbano, geralmente são entre pessoas de áreas diferentes. E é a situação mais comum, 65,8% dos entrevistados que têm ou já tiveram algum romance no ambiente de trabalho disseram que os parceiros não eram do mesmo departamento. O mesmo cargo tinham 52,4% dos “pombinhos”.

A relação não interferiu em nada no trabalho na opinião de mais 80% das pessoas e 9,1% viram até benefícios para a carreira. Porém, há quem pense em não repetir a experiência: 9,4% relataram que se relacionar com alguém da mesma empresa foi prejudicial para os aspecto profissional.

 

Fonte: Exame

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