Quem disse que o executivo tem que ser workaholic?

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Muitos profissionais se orgulham de trabalhar mais de 14 horas por dia. Deixar em segundo plano a família, a vida pessoal, os momentos de diversão e, principalmente, a saúde. Esse perfil é bem comum entre os homens de 30 a 60 anos que estão atuantes no mercado. E entre os mais novos também, que almejam conquistar cargos mais altos em pouco tempo.

Alguns só percebem a importância de desacelerar, viver plenamente, quando fatalidades acontecem com eles ou com pessoas próximas. Colocaram padrões estabelecidos como carro importado, bens e roupas de grifes. Além disso, o homem criou essa correria desenfreada, sem priorizar a vida, explica a professora doutora Ivani Manzzo, coach e especialista em qualidade de vida (corporativo, obesidade, esportes, gestantes).

De acordo com Ivani essa tal “urgência” foi criada pelo homem e não há quem comprove cientificamente esse assunto. E ela pode ser mudada, claro. “Quem disse que o executivo tem que ser workaholic, compulsivo e viciado em trabalho e do que adianta ter dinheiro e não ser saudável?

 

Fonte: RHCentral

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