O que analisar antes de trocar de emprego?

trocar-de-empregoSeis dicas para levar em conta antes da sua decisão

por Fernanda Bottoni

Se você está considerando a possibilidade de trocar de emprego, avalie estes seis passos antes de tomar a decisão:

  1. Segundo Carolina Carvalho, sócia da empresa de recrutamento Asap Campinas, em primeiro lugar os profissionais devem considerar as reais motivações que os levam a fazer a movimentação profissional. “É preciso entender a posição em que você está na empresa atual, seus objetivos e também o que faz com que você se sinta motivado”, diz ela. “Também é importante, antes de decidir, analisar se as suas possibilidades de crescimento na empresa em que está já foram esgotadas”;
  2. Outra recomendação de Carolina é avaliar muito bem quais são os segmentos que oscilam menos diante de um cenário econômico não muito favorável – como o que temos agora. “Há segmentos como Farmacêutico, Consumo (Higiene Pessoal e Limpeza, Alimentos e Bebidas), Tecnologia e Embalagens que apresentam maior estabilidade ou, pelo menos, que demitem menos se comparados com outros”, afirma ela. Se você estiver em um deles, melhor para você;
  3. Por falar em cenário econômico, é importante lembrar de estudar a estabilidade da empresa contratante (e da atual, claro), sua sustentabilidade financeira e seus investimentos no país. “O profissional deverá entender se a companhia é realmente capaz de oferecer o desenvolvimento profissional que ele busca”, alerta;
  4. A cultura organizacional também deve ser levada em conta. Isso porque o profissional que está alinhado à cultura da empresa normalmente é o que obtém mais sucesso na trajetória;
  5. Salário e benefícios, claro, também têm seu peso nessa decisão. A praxe, segundo a especialista, é que uma proposta de trabalho ofereça cerca de 30% de aumento na remuneração fixa do profissional. Atenção, no entanto, para não simplificar demais essa conta. Devem ser contabilizados ainda o pacote de benefícios, como 14º salário, bônus, PLR, assistência médica e odontológica, previdência privada, carro, ajuda de custo, notebook, celular, auxílio moradia, auxilio para estudos, auxilio creche, refeição e vale alimentação. “Compare, por exemplo, se o plano de saúde é extensível aos familiares nas duas empresas”, diz ela;
  6. O relacionamento com o chefe – sim, isso mesmo! – também precisa entrar na balança. É sabido que o mau relacionamento com o superior direto causa grande parte dos pedidos de demissão nas empresas. Por isso, se você tem uma relação de confiança e transparência com o seu, leve esse ponto muito em consideração. Afinal, ninguém pode garantir que você tenha a mesma sorte em outra empresa, ne?

Fonte: Vagas – Profissões

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