Como virar o jogo e não permanecer na mesma posição

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O terceiro erro capital na carreira de um executivo é a longa permanência na mesma posição. Por longa, entenda-se um período superior a três anos e meio, exceto para aquele executivo em posição de plena liderança. As soluções precisam ser radicais, individuais, corajosas, cheias de desafio e oportunidade. Muitos optam por um negócio próprio, em geral uma consultoria. Colocando de lado as nuances e o significado de atitudes desse gênero, as soluções dentro do sistema têm de ser mais globais. Confira o que fazer nessa situação:

1. As organizações têm de repensar sua cultura, de maneira a proporcionar àqueles que atingiram o limite de sua competência o respeito que lhes é devido e a oportunidade de gerenciarem novos desafios;

2. Os líderes nas empresas têm de ser honestos e cooperativos, a fim de motivar e valorizar os estagnados, quando isso não comprometer o desenvolvimento dos negócios e não bloquear o florescimento dos mais jovens;

3. O profissional bloqueado em sua posição tem de confrontar o problema – esquecer as ambições frustradas, gerar novos projetos de vida que não se limitem apenas ao da própria promoção. Deve manter-se atualizado e realizar seu trabalho da melhor maneira possível, sem queixas e ressentimentos;

4. Ele deve tirar proveito de seu treinamento e experiência para desafiar continuamente a si mesmo e procurar crescer em direção a atividades que lhe proporcionem satisfação espiritual e adequada compensação;

5. Compete ainda ao executivo conscientizar-se de que o tempo é fator estratégico no processo de sua carreira;

6. Indagar honestamente a si mesmo sobre as razões pelas quais foi preterido em processos anteriores de promoção – isso muitos fazem, o mais difícil é corrigir as próprias deficiências e fazer as mudanças necessárias;

7. Explorar todos os caminhos dentro da organização em que estiver no momento; às vezes, as melhores oportunidades se encontram na própria empresa.

 

Fonte: RH Central

Clube do RH

O Clube do RH surgiu das necessidades e desejos de um grupo de profissionais de Recursos Humanos que sentiam a necessidade de falar de gente, entender gente e desenvolver gente.

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