Como reagir ao trânsito?

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Empresas encontram alternativas para que seus funcionários driblem o tráfego nas grandes cidades

Os milhares de carros nas ruas, a superpopulação e as limitações do transporte público fazem com que os usuários de transporte no Brasil passem de duas a três horas do dia presos no trânsito das grandes cidades. O problema, de escala global, é tema da mais recente pesquisa da Regus, empresa que oferece soluções para o espaço de trabalho.

Dos 600 executivos entrevistados em todo o mundo, 32% afirmaram que gastam de 41 minutos a uma hora para se locomoverem, todos os dias, até o local de trabalho, e 27% passam mais de uma hora no trajeto entre suas casas e escritórios.

Aqui no Brasil, nove em cada dez empresas acreditam que podem e devem investir em soluções para aliviar a rotina cansativa de seus empregados em relação ao deslocamento para o trabalho. Quase metade das organizações consultadas pela Regus pensa em oferecer ônibus fretados para levar e trazer os funcionários. Outras querem propor novas alternativas de transporte, como por exemplo, a bicicleta.

“Nos últimos três anos, a frota de veículos na capital paulista cresceu 31%, ultrapassando sete milhões (dados do Detran-SP), e com a iminência da Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, que aquecerão o mercado e aumentarão o número de turistas, o caos do trânsito no Brasil só tende a piorar”, comenta Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no Brasil. “Nenhuma empresa quer que seus funcionários cheguem atrasados, ou cada vez mais estressados e exaustos.”

Flexibilidade

Além de tentar solucionar as questões problemáticas envolvendo os meios de transporte, as empresas estão tentando mudar a sua rotina de trabalho também. A pesquisa mostra que 89% das companhias no Brasil oferecem condições flexíveis de trabalho para uma parte do seu efetivo. Há flexibilidade quanto a quando e onde certos funcionários podem compensar as horas gastas em congestionamentos, evitando horários de pico ou reduzindo a distância da viagem.

Para Guilherme Ribeiro, esse novo comportamento corporativo proporciona um melhor equilíbrio entre o trabalho e a vida particular dos profissionais, aumentando a produtividade das equipes. Além disso, 63% das empresas consultadas acreditam que o trabalho flexível gera menos custos.

Por outro lado a confiança ainda é um grande obstáculo, já que 61% das empresas brasileiras oferecem esse tipo de privilégio somente ao pessoal sênior.

Fonte: VocêRH

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