69% das empresas já rejeitaram candidato por causa das redes sociais
novembro 9, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
Facebook é usado por 73% dos recrutadores que participaram da pesquisa da consultoria Reppler.
De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Reppler, especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, 69% dos 300 recrutadores norte-americanos entrevistados rejeitaram um candidato devido a informações nos perfis de redes sociais como Facebook, LinkedIn e Twitter.
Mentir sobre suas qualificações foi apontada como a principal razão pela qual os recrutadores desistiram de contratar o candidato. Em seguida, postagem de fotos e comentários inapropriados, comentários negativos a respeito do antigo chefe. Até falta de habilidade de se comunicar nas redes sociais entrou para o ranking.
O monitoramento do conteúdo compartilhado nas redes sociais deve ser constante, pois, por outro lado, um bom perfil pode garantir uma contratação. Segundo a pesquisa, 68% dos ouvidos já contrataram um profissional devido à boa imagem passada nas redes sociais.
Outras razões que levaram os recrutadores a contratarem, após a análise os perfis das redes sociais são: o perfil das redes sociais confirmar as qualificações profissionais do currículo, criatividade, boa comunicação, boas referências e prêmios recebidos pelo candidato.
Curiosamente, a maioria dos recrutadores recorre às redes sociais no começo da seleção: 47% afirmaram que após o recebimento do currículo fazem uma pesquisa nas redes sociais. O Facebook é utilizado por 73% dos entrevistados, 53% preferem o Twitter e 48% o LinkedIn.
Fonte: Exame
Busca de emprego: quatro dicas de como usar as redes sociais
setembro 12, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
Especialista ensina como algumas mudanças podem gerar excelentes resultados para quem está a procura de trabalho
O CEO e co-fundador da empresa de investimentos Venturocket, Marc Hoag, decidiu, há cerca de dez anos, que se dedicaria a ser alguém voltado a transformar o mundo em um lugar mais produtivo. Desde então, o executivo tem criado teses e dicas voltadas a ajudar os profissionais nos mais diversos momentos de carreira.
Em um recente artigo no Mashable, Hoag deu conselhos para uma situação que, segundo ele, tende a tornar-se cada vez mais comum: a busca por um emprego a partir da internet. Hoag cita que estudos recentes indicam que a maioria das companhias já acessa alguma rede social para buscar informações sobre possíveis candidatos a uma vaga de emprego e quase 80% delas dão uma olhada no perfil online dos profissionais, antes de chamá-los para uma entrevista pessoal.
A partir dessa constatação de que os profissionais são cada vez mais vigiados na internet, o especialista dá quatro dicas para quem quer ter sucesso na hora de procurar um emprego – ou ser procurado por um possível recrutador -, utilizando as redes sociais.
1. Ajuste sua imagem real às redes sociais
Para Hoag, as pessoas costumam esquecer que o perfil que elas mantêm no LinkedIn, Facebook, ou em qualquer outra rede social representa uma espécie de cartão de visitas. Assim, não adianta imaginar que um potencial recrutador não vá desclassificá-lo para o cargo, por conta de um comentário racista ou por uma postura inadequada na hora de escrever uma mensagem no Twitter sobre seu atual empregador.
“Tudo o que você posta, tuita ou comenta está sendo gravado e será usado contra você”, brinca o CEO da Venturocket.
2. Mas mostre alguma personalidade
Ser cuidadoso demais nas redes sociais também pode ser algo negativo. Não é porque as pessoas devem evitar colocar fotos comprometedoras ou comentários inadequados que um recrutador espera que elas fiquem completamente caladas nas redes sociais. “Um empregador estará buscando um candidato que seja social e extrovertido, que demonstre capacidade de relacionamento e de comunicação”, pontua. Ainda segundo ele, as empresas priorizam pessoas que demonstrem caráter e algum tipo de liderança. “Seja forte, opinativo, seja único”, acrescenta.
3. Multiplique as chances de ser encontrado
Não adianta só ter um perfil adequado nas redes sociais. Quem busca um emprego precisa ser encontrado na internet. Para isso, o profissional deve inscrever-se no máximo possível de redes sociais e, de preferência, participar delas para que suas opiniões possam ser vistas na hora em que um recrutador buscar um assunto na web.
4. Conecte-se às empresas nas quais gostaria de trabalhar
“Não tenha medo de, forma pró-ativa, tentar fazer contato com a empresa que você está cortejando”, afirma o especialista. Para isso, o profissional deve seguir a companhia no Twitter, virar fã dela no Facebook, entre outros. A única ressalva, segundo Hoag, é em relação ao LinkedIn, pois ele considera que as pessoas não costumam gostar de ser contactadas por profissionais que não conhecem, por meio dessa rede social.
“Mas ninguém disse que você não pode participar de comunidades e grupos no LinkedIn no qual terá a chance de se conectar com essas pessoas [que o interessam profissionalmente]“, complementa.
Fonte: lemonblog
As redes sociais matarão os sites de empregos?
junho 13, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
Cezar Antonio Tegon
Nos últimos dias, a imprensa especializada, a partir de uma informaçao publicada pelo site “GigaOM”, noticiou com bastante destaque que o LinkedIn está se preparando para lançar um recurso que vai permitir que usuários se candidatem a vagas de emprego usando seus perfis. A novidade, que deverá receber o nome de “Apply with LinkedIn” (candidate-se com o LinkedIn, em português), nos abre espaço para uma pergunta: “As redes sociais matarão os sites de empregos?”.
Nos últimos contatos que tenho feito com profissionais de diversas áreas, inclusive os de RH, tenho notado que existe uma grande confusão em relação ao papel das redes sociais nas atividades de recrutar e selecionar pessoas.
É óbvio que as redes sociais são bons mecanismos de captação de candidatos – receber currículos e anunciar vagas. Mas o que ocorre após você visualizar os currículos dos interessados? Deve iniciar a escolha e analisar os currículos fazendo comparações entre os requisitos da vaga e dos candidatos, certo? Então me digam: o que tem de novo nisso em termos de recrutamento e seleção? Absolutamente nada!
Esta maneira “nova” de captar é muito semelhante às formas tradicionais, feitas em sites de empregos e que já são bem conhecidas pelos recrutadores. Nestes, as funções disponíveis são: 1. anuncio da vaga; 2. recebimento dos currículos dos candidatos interessados; 3. aplicação de filtros simples para encontrar os potenciais finalistas (o que as redes sócias ainda não tem, nas devem ter em breve) e 4. imprimir os currículos desses últimos para iniciar as comparações entre os requisitos da vaga e dos candidatos. Portanto, somente após essas etapas inicia-se o processo de escolha!
Podemos concluir que as redes sociais, assim como os tradicionais sites de empregos do mercado, se prestam ao mesmo fim e são muito semelhantes em seu propósito. Servem basicamente para anunciar vagas e captar candidatos. Mas então o que seria o novo? A resposta esta em utilizar fortemente as redes sociais para ser um canal eficaz de relacionamento e captação de candidatos;
Fonte: RH Central
Empresas buscam corretores através das redes sociais
maio 23, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Vagas
Imobiliária deverá recrutar 20% das vagas previstas para corretor através do Twitter, Facebook e LinkedIn
Mais de dois milhões de brasileiros usam o site LinkedIn – rede social na qual a intenção é se relacionar com contatos profissionais, para divulgar currículos e conseguir emprego. O elevado número de usuários atraiu as grandes empresas, que usam a ferramenta para recrutar novos profissionais e realizar ações de marketing.
A imobiliária Coelho da Fonseca contratou no ano passado cerca de 20 profissionais após analisar seus perfis no Twitter, Facebook e LinkedIn. “Usamos o recrutamento social para encontrar profissionais que se enquadram melhor às necessidades da empresa. É uma ação fácil de ser executada e de baixo custo, que também gera publicidade”, diz o diretor de Canais e Inovação da Coelho da Fonseca, Allan Fonseca.
No ano passado foram abertos mais de 2,5 milhões de novos postos de trabalho. Um dos maiores empregadores foi o mercado da construção, estimulado pelo crescimento no número de lançamentos imobiliários. O aquecimento do mercado primário aumentou a procura por corretores – a imobiliária contratou mais de 200 profissionais de vendas em 2010.
Em 2011, a empresa pretende recrutar cerca de 800 corretores, dos quais 20% devem vir pelas redes sociais. “Divulgamos as vagas de empregos no Twitter, Facebook e LinkedIn. A grande vantagem para a empresa é a análise mais criteriosa. Pelas redes sociais conhecemos melhor o perfil dos candidatos. Também dependemos menos dos sites de emprego”, diz Fonseca.
No LinkedIn as empresas conseguem analisar o currículo dos candidatos e ver as recomendações de ex-colegas e chefes. A ferramenta é eficiente para os profissionais bem relacionados, mas pode ser prejudicial aos que já tiveram problemas em seus antigos empregos.
Sem recomendações negativas, o administrador Gilberto Lacerda, 42, foi contratado pela Coelho da Fonseca para atuar como corretor. “Buscava uma oportunidade no mercado imobiliário. A possibilidade de ganhos e a flexibilidade no horário de trabalho eram os principais atrativos. Nesse caso, o maior diferencial foi meu networking”
Fonte: Exame
Redes sociais e gestão são discutidos em workshop
março 31, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
Evento reuniu profissionais interessados em debater como as mídias sociais podem fazer parte da gestão estratégica no ambiente corporativo, e os caminhos para estimular a cooperação e a criação do conhecimento em rede.
*por Caroline Santana
Foi realizado nos dias 22 e 23 de março, em São Paulo, o workshop “Empresas do Século XX, Pessoas do Século XXI: a Economia da Colaboração”, promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC).
Temas como relacionamento, trocas e aprendizado foram palavras-chave do debate conduzido por Gil Giardelli, coordenador de cursos no Centro de Inovação e Criatividade da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), e Luciano Palma, consultor de redes sociais, novas mídias e tecnologia.
Além da teoria, os profissionais puderam avaliar cases, propor projetos de implantação de mídias sociais na gestão de empresas e, sobretudo, vivenciar um dos conceitos mais abordados durante a oficina: a ideia das “Comunidades de Prática”, agrupamento de pessoas que compartilham e aprendem uns com os outros pelo contato físico (ou virtual), com o objetivo ou necessidade de trocar experiências, problemas e metodologias.
De acordo com Palma, as Comunidades de Prática podem ser boas ferramentas de clima, e citou como exemplo o caso da Microsoft, companhia onde atuou durante oito anos. Usuários do sistema reuniam-se de tempos em tempos para repartir conhecimento, resultados de pesquisas e outros tópicos, fomentados pelos colaboradores da empresa. Tudo isso sem motivação financeira, empregatícia ou salarial. Como resultado queriam apenas o prestígio da comunidade Microsoft. E conseguiram.
O palestrante também defendeu o uso de redes sociais no ambiente de trabalho, seja para fins profissionais ou até mesmo pessoais – desde que o ambiente esteja adequado, composto por pessoas motivadas e estimuladas. Caso contrário, a empresa correrá o risco de expor o indesejável.
Quando questionado se tal prática afetaria negativamente a produtividade e rotina dos funcionários, Palma ressalta que algumas pesquisas aponam que sim — o uso pode prejudicar, mas se fomentadas de forma organizada e em um clima satisfatório, as mídias sociais estimularão a transparência e unidade do grupo.
Palma afirmou ainda que certas companhias estão gerenciando indivíduos na era do conhecimento e da colaboração nos moldes da era industrial, valorizando a hierarquia. Crítico das metas e bônus, o palestrante defendeu a motivação e a inovação como seus potenciais substitutos.
A próxima oficina promovida pela SBGC está programada para o dia 19 de maio, com o tema “Gestão de Conhecimento: da estratégia ao resultado”. Mais informações em www.sbgc.org.br
Fonte: VocêRH
Brasileiros são os que mais usam tecnologia e redes sociais no trabalho
janeiro 7, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
Outubro, 2010 – No CONARH 2010, Fabio Tadashi, gerente de RH da Vivo, já tinha afirmado que, atualmente, barrar o uso da internet e de gadgets no ambiente de trabalho é uma tentativa em vão. Prova disso é o resultado da pesquisa “Consumerização de TI”, patrocinada pela Unisys Corporation e conduzida pelo International Data Corporation (IDC).
De acordo com o estudo, 92% dos trabalhadores brasileiros utilizam celulares, smartphones e outros dispositivos comprados para uso pessoal nos locais de trabalho. No entanto, mesmo cientes desse uso, as empresas não conhecem as reais dimensões da situação.
Por exemplo, 55% dos funcionários no Brasil afirmaram usar notebook próprio no trabalho, enquanto os executivos disseram que apenas 16% de seus trabalhadores utilizam este tipo de computador. O conflito de informações também aparece no uso de celulares. Os líderes de TI afirmaram que cerca de 10% de seus funcionários utilizam Blackberrys e smartphones semelhantes, porém, na realidade, 30% dos colaboradores afirmaram utilizar tais aparelhos.
Brasil x Mundo – Na comparação com os outros países, o Brasil aparece em primeiro no manuseio de aparelhos tecnológicos na empresa. Aqui, 63% utilizam celulares tanto para uso pessoal como para temas ligados ao trabalho. Já nos EUA, esse percentual é de 40%; na Europa, de 45%; e na Austrália, de 42%. A liderança brasileira também aparece quando o assunto são redes sociais. No nosso país, 20% usam o Twitter para trabalho e questões pessoais, já nos EUA, na Europa e na Austrália o percentual cai para 3%.
Ritmo frenético – Super conectados, os brasileiros acessam os e-mails do trabalho mesmo quando estão fora da empresa ou de casa. 17% dos entrevistados no nosso país fazem isso quando estão em templos religiosos, 36% quando estão em aviões e 21% checam enquanto dirigem.
Metodologia – O estudo foi realizado em duas fases. No Brasil, a primeira etapa contou com entrevistas a 301 trabalhadores, usuários de aparelhos existentes no mercado (celulares, smartphones, palms, laptops) e redes sociais (blogs, Twitter, Facebook), das seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza. As entrevistas fizeram parte de uma pesquisa global com 2820 funcionários de 10 países.
A segunda fase da pesquisa entrevistou 100 executivos de diversas empresas localizadas no Brasil. Globalmente, o estudo entrevistou aproximadamente 650 líderes na área de TI em 10 países.
Fonte: Revista VocêRH
Organizações restringem o uso de redes sociais no trabalho
setembro 28, 2010
Categoria(s) Notícias
O mesmo estudo da universidade americana de Purdue encomendado pela McAfee revelou que os empresários não são tão receptivos ao uso de redes sociais por parte dos funcionários.
Quase metade das organizações pesquisadas bloqueiam o acesso ao Facebook, sendo que na Itália e na Espanha mais de 60% restringem o uso dessa rede no horário de trabalho. No Brasil, no Japão e na Alemanha, por outro lado, menos de um terço das empresas impõe tais restrições.
Contudo, as organizações brasileiras e indianas são as que mais se preocupam com os riscos de segurança e golpes na internet através de aplicativos. E não é para menos. De acordo com o estudo, cada empresa brasileira perde, em média, US$ 2,5 milhões devido a problemas de segurança relativo à Internet.
FONTE: Você RH
Redes sociais pouco utilizadas para buscas por emprego no Brasil
agosto 26, 2010
Categoria(s) Notícias
O Brasil está entre os dez países que mais acessam redes sociais no mundo. O País domina o Orkut, ao lado dos indianos. Ocupa o segundo lugar no Twitter e está avançando a passos largos no Facebook. Mas o internauta brasileiro anda bobeando na hora de explorar o potencial desses sites para encontrar estágio e emprego.
Do total de brasileiros que navega na web, 84% têm perfis em redes sociais por razões pessoais e apenas 33% entram nesses sites com objetivos profissionais, segundo uma pesquisa feita em junho pelo instituto Ibope.
Para especialistas ouvidos pelo jornal Estado de S.Paulo, quem usa Twitter, Facebook e Orkut apenas para se divertir está deixando oportunidades de lado, já que as redes sociais se transformaram em fonte básica de pesquisa para gestores de RH buscarem informações sobre candidatos, sejam estagiários ou gerentes.
Foi no Twitter que o publicitário Leonardo Curcino, de 25 anos, encontrou seu emprego atual, como diretor de arte na agência Rapp Collins Brasil. “A empresa anunciou a vaga, eu vi o tweet (mensagem) e rapidamente enviei meu currículo. Hoje estou mais bem posicionado no mercado”.
Cada um na sua rede. O serviço de microblog estourou este ano entre os brasileiros e hoje abriga todo tipo de internauta, de estudantes a candidatos a presidente. Já outras redes sociais têm perfis de usuários mais específicos: no Orkut, adolescentes são a maioria; universitários preferem o Facebook e o LinkedIn fica mais restrito ao mundo executivo.
E é justamente nesse site que devem ficar de olho os interessados em encontrar uma vaga via internet. Diretora executiva da escola Brazilian Business School (BBS), voltada para a educação executiva, Katherine de Barros conta que perfis no Facebook e no Orkut revelam a personalidade de um profissional, mas a principal ferramenta dos RH’s de grandes empresas é mesmo o LinkedIn.
“O perfil de uma pessoa no LinkedIn passou a ser a sua primeira impressão”, complementa o coordenador do MBA em Gestão Comercial da BBS, Marcelo Assumpção.
Formada em Pedagogia, Elaine Loureiro, de 34 anos, especializou-se na área de RH e criou um perfil no LinkedIn em 2007. Durante o período em que morou na Espanha para fazer o mestrado, ela manteve contatos profissionais no Brasil por meio do site.
“Quando voltei, há dez meses, um de meus contatos me informou sobre uma vaga na Gol (companhia aérea). Mandei o currículo e fui contratada em dois dias. Nem cheguei a procurar emprego”, lembra Elaine, que é gerente corporativa de RH. “Fiquei surpresa com a rapidez do processo. As redes facilitaram muito minha vida”.
Armadilhas
Mas a vitrine que as redes sociais oferecem podem ter o efeito contrário e acabar prejudicando o candidato a uma vaga. “O RH avalia seu comportamento nas redes sociais como sendo o mesmo da vida real e profissional”, diz o especialista em carreiras Renato Grinberg, do site Trabalhando.com. Por isso, recomenda-se bom senso, principalmente ao divulgar informações e fotos pessoais (veja quadro com dicas).
Para o professor de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marcelo Coutinho, os jovens tendem a encontrar muitas armadilhas em redes como Facebook e Twitter, pois elas privilegiam a postagem de fotos e mensagens. “A reputação é um ativo cada vez mais valorizado pelas empresas. E a maioria dos alunos da graduação ignora isso, porque ainda não foram muito expostos ao mercado de trabalho”.
FONTE: D24AM
Empresas brasileiras usam mais a web para contratar
agosto 13, 2010 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
As empresas brasileiras são as que mais utilizam sites e redes sociais na hora de contratar seus profissionais. É o que aponta um estudo realizado pela empresa de recrutamento Robert Half, com 2.819 executivos em 13 países.
No Brasil, 21% das empresas afirmaram que recorrem aos sites de relacionamento no processo seletivo. Na Espanha, o segundo colocado, o percentual cai para 18%. Em seguida aparecem Itália e Holanda, com 13% cada. Já em países como Bélgica e República Tcheca, o uso das redes sociais no recrutamento é baixo, 5% e 1%, respectivamente.
“Hoje, é cada vez mais comum que as empresas façam esse tipo de pesquisa”, explica a gerente da divisão de Marketing e Vendas da Robert Half, Adriana Cambiaghi. Os profissionais de RH (Recursos Humanos) no Brasil são beneficiados pelo crescente número de pessoas que utilizam essas ferramentas.
Uma pesquisa realizada pela consultoria Nielsen aponta que 86% dos brasileiros que utilizam a internet navegam em blogs e redes sociais. Prova disso é que o maior crescimento no número de usuários do Twitter foi na América Latina: 305%.
No Brasil estão 20,5% dos twitteiros do planeta. Por isso, é importante que os brasileiros tomem cada vez mais cuidado com o conteúdo que é postado nessas redes. Ingressar em comunidades que não são bem vistas ou fazer comentários pejorativos podem eliminar as chances de conseguir um novo emprego.
“Se o contratante percebe que as informações ou fotos postadas pelo candidato o desqualificam, isso pode gerar insegurança e a necessidade de busca por novas referências ou, até mesmo, por um novo candidato”, disse Adriana. Apesar do uso dessa tecnologia nos processos de seleção, a indicação ainda é o método mais utilizado para contratar no Brasil, com 60% da preferência. Em seguida, está o recrutamento por meio de anúncios de vagas em jornais, com 29%. (Continue Lendo)
FONTE: BAND




















