Mais jovens querem trabalhar no exterior
O fluxo de jovens migrando para empresas no exterior deve aumentar nos próximos dez anos. É que o número de pessoas nascidas entre 1980 e 2000 dispostas a trocar a terra natal por um emprego em outro país deve aumentar em 50%, de acordo com o estudo “Managing Tomorrow’s People: The Future of Work to 2020”, da empresa de consultoria Pricewaterhousecoopers.
Na lista dos principais núcleos de negócios e, portanto, destino desses jovens estão cidades como Mumbai, Délhi, Daca, Tóquio e São Paulo. Tais jovens também demonstram que desejam usar sua habilidade com outros idiomas no futuro emprego. Dos 4,2 graduados que participaram do estudo, 70% espera falar uma língua não-nativa no trabalho. Desta porcentagem, a maior concentração daqueles que querem utilizar outro idioma está na América do Sul e Central – 94% – e a menor na América do Norte – 38%.
Ainda de acordo com a pesquisa, nove de cada dez jovens acreditam que terão mais oportunidades que seus pais para exercer a profissão no exterior. O levantamento também revelou que boa parte desses mais novos são usuários de redes sociais, sendo que os norte-americanos são maioria – 92% deles tem uma conta em alguma rede.
O outro lado
Segundo a pesquisa anual entre os altos diretores da empresa de consultoria, 55% dos profissionais de altos cargos e responsáveis de companhias se queixam das dificuldades de mobilizar geograficamente seus empregados. Além disso, eles alegam ser custoso esse deslocamento devido às regulações de cada país e seus sistemas fiscais.
Diante disso, o relatório da Pricewaterhousecoopers recomenda que os governos e as organizações colaborem para solucionar barreiras que criem obstáculos a concorrência e as operações internacionais. Tudo para facilitar a mudança e adaptar dos trabalhadores estrangeiros.
FONTE: Você RH













