Como fazer com que seus funcionários não sejam “reclamões”

novembro 28, 2011  
Categoria(s) Notícias

Como fazer com que seus funcionários não sejam “reclamões”

Pesquisas demonstram que a reclamação é um dos principais comportamentos que mais demitem nas organizações brasileiras. Existem algumas pessoas que perante um problema ou uma pressão mais acentuada costumam utilizar a energia da raiva erroneamente, transferindo-a aos músculos da boca e começam a reclamar sem parar, culpando o chefe, o colega, a empresa e até mesmo o cliente (aquela pessoa que paga o salário do reclamador). Se você tem estes “reclamões” a sua volta, seguem sugestões para você ajudá-los a saírem deste estado que só atrapalha a carreira deles e a saúde da empresa:

1. Dê feedback: as pessoas percebem apenas dez por cento daquilo que fazem no dia a dia, noventa por cento do que fazemos está no piloto automático. Dizer em claro e bom tom, demonstrando para a pessoa que enquanto ela reclama muita gente tem sucesso na empresa, você estará mostrando para ela os noventa por cento que ela não vê. Quanto mais pessoas disserem isto para ela, aumentam as chances dela aceitar e iniciar a mudança comportamental.

2. Afaste esta pessoa, para o bem dela e para o seu próprio bem. Na verdade o “reclamão” precisa de duas coisas: da boca dele e da orelha de alguém. Se você não dá ouvidos a esta pessoa, ela não tem com quem reclamar e aumenta a chance de fazer algo para mudar este processo. Afastar estas pessoas é bom para você também, pois muitas vezes ouvimos estas pessoas e também começamos a reclamar.

 

Fonte: RH Central

Uma nova cara para motivação dos funcionários

setembro 30, 2011  
Categoria(s) Artigos

*Por Jorge Nahas

Dentre as buscas mais incessantes das empresas para melhorar o desempenho de seus funcionários, está a questão da motivação. A partir disto, são milhões de livros, cursos, especializações, setores, ou seja, um mar de gente envolvida em distintas soluções para este problema. Porém, o que elas conseguiram até o momento? Qual será a tendência? Existe como mantê-los motivados?

Uma das respostas mais interessantes para as perguntas acima é o mercado de “experiências”. Atualmente, com o aumento da carga de trabalho e com a evolução da tecnologia em comunicação, diminuiu-se o contato direto entre as pessoas. Essa árdua rotina fez com que o nível de estresse aumentasse drasticamente, acendendo nas corporações o sinal de alerta sobre a necessidade de lidar com esta questão.

Portanto, o mundo dos negócios começou a notar que faltava humanização nas relações interpessoais e na forma de recompensas dos funcionários, além de ações inesperadas para surpreendê-los e mantê-los com interesse nas atividades da empresa. Assim, a oferta de experiências chegou em alta para auxiliar a todos que buscam maximizar a motivação dos funcionários. O mercado tem notado que isto pode fazer uma grande diferença no capital intelectual e as respostas, até o momento, mostram-se extremamente positivas.

Em estudo de caso sobre o alto grau de estresse dos funcionários, feito por uma entidade formada por profissionais da área de saúde e de recursos humanos que atua em 13 países, a International Stress Management (Isma), descreve que:

“Ao contrário do que ocorre com outros indicadores, em matéria de estresse, o Brasil está entre os países do Primeiro Mundo, abrigando uma população economicamente ativa, cujo percentual da doença atinge 70% do total”.

Segundo os dados da pesquisa, pode-se concluir que dos 22 milhões de trabalhadores brasileiros, cerca de 15 milhões estão estressados. Portanto, esta informação alarmante adverte que os trabalhadores necessitam urgentemente de motivação e inovação na recompensa para aliviar a tensão. Dessa forma, o mercado de experiências vem no momento propício para apoiar as organizações nesta questão.

O conceito de marketing de experiência é proporcionar experiências únicas e inesquecíveis, que criarão lembranças positivas, gerando uma associação forte entre o momento vivido e a marca/empresa. As experiências para serem marcadas, são coisas que fogem completamente do usual, como passeios de balão, voos de asa delta, esportes radicais, spa days, viagens, dentre outras que trarão de volta a sensação de felicidade à pessoa.

Outra visão positiva sobre as experiências, é que as famílias dos funcionários tendem a apoiar mais o trabalho na empresa, pois entendem que por meio dessas experiências, a organização está preocupada no bem-estar do familiar. Logo, o retorno dos parentes mais próximos é elevado e o aumento da qualidade de vida é visível, o que corrobora também para a queda no estresse.

Por fim, fica a palavra de Karen Lumb: “Daqui um ano você vai desejar ter começado hoje”. Esta frase mostra que as organizações não devem ficar apenas pensando em utilizar as experiências, mas devem começar agora as inserções delas para que depois não sejam reféns das palavras de Lumb.

*Jorge Nahas é CEO da empresa O Melhor Da Vida, especializada em presentes-experiência

Funcionários faltam menos em empresas que investem na qualidade de vida

fevereiro 21, 2011  
Categoria(s) Notícias

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Janeiro, 2011 – Empresas que oferecem ginástica laboral aos funcionários tiveram o número de faltas reduzido em 22%. Foi o que mostrou um estudo conduzido pelos pesquisadores dinamarqueses Jaana Kuoppala e Anne Lamminpaa.

O objetivo da pesquisa era mostrar os benefícios dos programas de ginástica laboral e como eles ajudam a atenuar as Lesões por Esforços Repetitivos e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT), conjunto de síndromes (quadros clínicos, patologias, doenças) que atacam os nervos, músculos e tendões.

A conclusão do levantamento foi que pausas de 10 a 15 minutos para a realização de exercícios físicos no ambiente de trabalho reduzem o risco do trabalhador adquirir LER/DPRT, bem como geram melhoras no padrão postural e mobilidade articular. De acordo com os pesquisadores, a ginástica laboral aumenta em 38% a motivação dos profissionais e reduz o estresse em 40%.

Fonte: VocêRH

Recursos Humanos na percepção dos funcionários

agosto 17, 2010  
Categoria(s) Notícias

A área de Recursos Humanos compreende várias atividades. Em virtude disso, foi realizada uma pesquisa quantitativa, com universitários da faculdade Pitágoras de diversos cursos tecnólogos que trabalham em empresas que possuem o setor de RH, a fim de analisar as opiniões dos mesmos em relação a este setor. Foi realizado um questionário com perguntas referentes à área de RH. Depois de conhecida as opiniões e após o tratamento estatístico dos dados, concluiu-se que este setor traz contribuições para os colaboradores e para as empresas, porém, suas atividades não são muito claras para os funcionários.

Os assuntos que norteiam a área trabalhista no Brasil geram questionamentos há algumas décadas.

Para Figueira (2002) um fato determinante e histórico, que acendeu os holofotes do país, foi a criação da consolidação das leis trabalhistas em 1943 pelo então presidente Getúlio Vargas. Na época, o objetivo era acabar com atividades em regime semiescravo e estipular direitos ao trabalhador, pois as empresas, a maioria agrária, não acreditavam que as pessoas tinham um diferencial atrativo, ou seja, eram tratadas como parte de um todo, em muitos casos sinônimo de máquinas.

Figueira (2002) acrescenta ainda que, o mundo bipolar mudou a ótica das empresas que motivadas pelo avanço tecnológico, nas décadas de 70 a 90, passaram a reter funcionários com potencial técnico. Esses eram qualificados e ofereciam algo de diferente em relação aos demais, no entanto, ainda foram tratados como recurso.

Atualmente as empresas, em busca de um diferencial, desenvolveram métodos para se manterem atualizadas no mercado, mas em pouco tempo perceberam que haviam esgotado as fontes de investimento. Nesse momento os funcionários passaram a ser o principal meio de investimento. Os empresários, em muitos casos, investiram nas pessoas que passaram a ser denominadas colaboradores.

Assim o problema de pesquisa do presente trabalho é: Qual a percepção dos colaboradores a respeito do setor de RH dentro da organização?

Tal tema se reveste de vital importância visto que, de acordo com a imagem que os funcionários possuem deste setor, o posicionamento dos mesmos pode variar.

De acordo com essas informações, o objetivo geral da pesquisa é analisar a importância do setor de RH na visão dos funcionários. Como objetivos específicos pretende-se obter uma definição de Recursos Humanos, identificar as maiores contribuições que este setor proporciona às pessoas, saber se as pessoas sabem quais são os papéis desse setor, as principais características de um bom gestor de RH e as opiniões acerca deste setor. (Continue lendo o restante da pesquisa AQUI)

FONTE: Administradores

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