Entrevista de emprego: por que você deve ser contratado?

outubro 3, 2011  
Categoria(s) Notícias

Entrevista

Especialistas afirmam que a melhor resposta tem que aliar realizações profissionais com o cargo pretendido

São Paulo – Perguntas como ”por que devo contratar você” ou “por que você é melhor que os seus concorrentes?” são parecidas com a pergunta do título e recorrentes nas entrevistas de emprego. O candidato tem que estar ciente que o entrevistador só quer saber de uma coisa: se você realmente é a pessoa ideal para a vaga.

Lea Federmann, recrutadora do setor Construção e Infra-Estrutura e sócia da 2GET, explica que a instrução é clara, o candidato tem que brilhar aos olhos do entrevistador. Na hora de responder, ela afirma que a resposta pode custar uma contratação.

Confira abaixo, as recomendações dos especialistas:

Preparação

Antes de qualquer entrevista de emprego, uma pesquisa prévia sobre a empresa e sobre sua experiência profissional é indispensável. Para os especialistas, esse ponto deve ser constantemente lembrado pelos candidatos.

“Existem pessoas que chegam à entrevista despreparadas e não sabem se vender. Não é porque teve uma atuação generalista durante toda a carreira que pode falar ‘faço de tudo um pouco’”, explica Lea.

Para Gerson Correia, sócio da Talent Solution, é visível quando o candidato não se preparou. “Um profissional despreparado é inseguro e não consegue mostrar para o entrevistador quais são os seus diferenciais”, diz.

A pesquisa, entretanto, tem que ir além dos valores e da missão da empresa. Rafael Souto, CEO da Produtive, explica que o candidato tem que coletar informações do mercado, do histórico da empresa e pensar em longo prazo como ele poderá contribuir com suas competências.

Lea lembra de um profissional que diante dessa pergunta, disse que gostava do desafio do empreendedorismo e detalhou sobre a última experiência, que foi um trabalho com startups. Por que ele acertou? “Ele justificou as afirmações com informações sobre ele e sobre o cargo. Como a vaga tinha relação direta com startups, ele foi o escolhido”, conta ela.

Construção da resposta

Segundo especialistas, para responder bem a essa pergunta, o candidato precisa ter capacidade de síntese, percepção e noção do que já fez e o que ainda pode fazer. Para Lea, o entrevistador quer saber informações práticas, ou melhor, sobre como o profissional “põe a mão na massa”.

“Quando faço essa pergunta, espero que a pessoa seja consistente com aquilo que está falando, tenha auto confiança e um brilho nos olhos”, explica Correia.

Para Souto, a melhor linha de raciocínio é conectar a experiência e os feitos com a oportunidade. “Se o candidato vai entrar na área financeira, citar exemplos de atividades que foram realizadas e que combinam nessa área é um bom direcionamento”, diz.

Fique longe

Frases repetitivas não são bem vistas. Para quem está acostumado a fazer várias entrevistas, respostas formatadas como ‘quero um desafio diferente’ ou ‘você deve me contratar porque sou muito esforçado’ não acrescentam nada.

“Esse é o erro mais comum, pois a resposta fica vazia e subjetiva. A autopromoção não deve ser feita somente com frases carregadas de adjetivos”, afirma Souto. Para ele, o profissional tem a falsa impressão de que está atendendo às demandas da pergunta, mas não está.

Para Correia, a prolixidade faz com que o candidato dê muita volta e retome a assuntos que o entrevistador já sabe. E é um erro constante. Lea afirma que com o mercado aquecido, alguns candidatos são prepotentes, pois acreditam que a empresa tem de contrata-los somente pelo seu currículo.

 

Fonte: Exame

Como deixar os entrevistadores impressionados com a sua inteligência

setembro 21, 2011  
Categoria(s) Notícias

Entrevistadores

Inúmeras perguntas dominam a mente de profissionais durante processos de transição de carreira, outplacement. Todas as perguntas são importantes e devem merecer a atenção de profissionais que competem por uma posição no mercado de trabalho. Entretanto, mais importante do que ter respostas afiadas às indagações de entrevistadores é ter um arsenal de perguntas inteligentes e oportunas.

Confira algumas recomendações que poderão ajudar na construção de uma imagem positiva e que deixe os entrevistadores impressionados com a sua inteligência e desenvoltura:

1. Antes de sair de casa para uma entrevista, faça a lição de casa. Formule perguntas inteligentes e que o ajudem a se projetar e se diferenciar de outros candidatos.

2. Todas as suas perguntas devem ser escritas em seu bloco de anotações ou IPad. Existem inúmeras razões que justificam tal comportamento: você demonstra ser um profissional que se preparou devidamente para a entrevista – “você fez o seu home work”; ajudar-lhe-á a articular seus pensamentos, idéias e argumentos; enriquecerá tremendamente seu desempenho durante a entrevista, além de exibir clareza, objetividade e domínio sobre suas indagações.

3. Evite perguntas que deixem os entrevistadores de saia justa. Seja educado e lembre-se que nem tudo o que se deseja perguntar deve ser perguntado. Cuidado com a sua língua, pois poderá vir à morde-la.

4. Não faça perguntas irrelevantes e que não agregam nenhum valor ao processo de entrevistas. Lembro-me que no passado assessorei importante executivo do mercado da tecnologia da informação. Naquela ocasião, ele foi convidado para uma entrevista com importante banqueiro nacional. No final da entrevista, quando o banqueiro perguntou se ele tinha alguma pergunta a fazer, ele disse: “eu gostaria de saber um pouco sobre a sua vida pessoal.” Ao que o banqueiro respondeu: “Sobre a minha vida pessoal eu não falo, principalmente para uma pessoa que converso pela primeira vez. Se o senhor quiser saber algo sobre a minha pessoa, procure no mercado.”

5. Evite fazer qualquer tipo de pressão sobre o entrevistador ou a respeito da empresa. É muito comum candidatos em processos seletivos se valerem desse expediente deselegante e conhecido pelas organizações. Não raro, encontramos profissionais que abordam os entrevistadores e afirmam ter recebido oferta formal de emprego de uma empresa quando na verdade é puro blefe.

 

Fonte: RH Central

Em processos seletivos as empresas brasileiras são as mais rápidas

fevereiro 2, 2011  
Categoria(s) Notícias

Google Imagens

Com o aquecimento do mercado de contratações no Brasil, o RH está em uma verdadeira maratona, acelerando os processos de recrutamento. Prova disso é o resultado da pesquisa realizada pela Robert Half, que elegeu o nosso País como o detentor dos processos de seleção mais rápidos do mundo.

A empresa de recrutamento especializado ouviu 2819 executivos de média e alta gerência em 13 países, revelando que nas empresas brasileiras 72% das contratações acontecem entre duas e três semanas. No resto do mundo, todavia, eles duram em média cinco semenas.

Além disso, o estudo traçou o perfil do profissional desejado pelas organizações. A conclusão é que as características variam conforme o país. No Brasil, por exemplo, os gestores buscam pessoas com habilidade de trabalhar em grupo (47% dos executivos destacaram esse item) e liderança (22%). Na República Tcheca e Luxemburgo, por outro lado, o valorizado é o conhecimento do negócio onde a empresa atua (39%). Já na Holanda o que mais se leva em consideração são as habilidades de comunicação (35%).


CURIOSIDADES

- de acordo com a média mundial, são necessárias de duas a três rodadas de entrevistas antes de contratar um profissional;
- em todo o mundo o tempo levado para analisar cada currículo é de, no máximo, dez minutos.

Fonte: VocêRH

Bom Humor – Entrevista Para emprego

fevereiro 1, 2010  
Categoria(s) Artigos

O psicólogo fazia testes para admissáo de novos candidatos em uma empresa de seleção.

- O senhor pode contar até dez, por favor!
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
-Por que você contou de trâs pra frente? -
-É que eu trabalhava na Nasa!
- Sinto muito, está reprovado!

Entra o próximo.

- O senhor pode contar até dez, por favor!
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os Ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, está reprovado!

Entra o prôximo.

- Antes de começarmos, por favor me diga uma coisa, o que o senhor fazia no emprego anterior.
- Eu era funcionário público!
- OK! O senhor pode contar atá dez?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

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