Sustentabilidade empresarial: responsabilidade ambiental, social e econômica
novembro 16, 2010
Categoria(s) Notícias
A sustentabilidade empresarial deve se basear em três aspectos básicos: o ambiental, o econômico e o social. A primeira variável diz respeito ao uso racional dos recursos naturais e maximização dos impactos ambientais positivos no ciclo de vida dos produtos, desde a extração da matéria-prima até a sua disposição final. Mais ainda, a empresa tem de preocupar-se também com os impactos ambientais positivos e negativos de sua atividade produtiva. O aspecto econômico trata da sustentabilidade dos negócios das empresas, que devem buscar o lucro e a remuneração do capital. Já o terceiro ponto leva em consideração as políticas de responsabilidade social.
Outubro registra menor número em 2010 de falências
novembro 5, 2010
Categoria(s) Notícias
Até agora, o mês de outubro foi o que contou o menor número em 2010 de micro e pequenas empresas que decretaram falência.Os dados são do Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, que revelou que 46 micro e pequenas fecharam as portas. No total, o número de falências foi 53. Tal resultado seria reflexo de um bom momento econômico vivido pelo Brasil.
Fonte: Você RH
Linde prorroga inscrições para Programa de Trainee 2011
setembro 30, 2010
Categoria(s) Vagas
A Linde, empresa na produção de gases Industriais e Medicinais, estendeu para 5 de outubro de 2010 o prazo de inscrições para o processo de seleção de jovens talentos no seu Programa Trainee em 2011. Podem se inscrever jovens de todo país com término do curso universitário entre dezembro de 2008 e dezembro de 2010. As inscrições são feitas no site da Dreves Associados, www.dreves.com.br/linde
O Programa oferece nove vagas em 2011 para jovens em início de carreira para os cargos técnicos ou gerenciais. O programa terá início em janeiro de 2011, duração de um ano e é destinado a formandos dos cursos universitários de Engenharia (Química, Mecânica, Metalúrgica, de Materiais, Mecatrônica, de Alimentos e de Produção), Química, Farmácia, Administração e Economia.
Quesitos exigidos ao candidato
• Curso universitário concluído entre dezembro de 2008 e dezembro de 2010;
• Formandos dos cursos universitários de Engenharia (Química, Mecânica, Metalúrgica, de Materiais, Mecatrônica, de Alimentos e de Produção), Química, Farmácia, Administração e Economia;
• Idioma Inglês fluente;
• Disponibilidade para viagens e mudança de cidade de residência;
• Idioma espanhol avançado é diferencial.
Para outras informações, acesse www.dreves.com.br/linde
FONTE: Você S.A
87,5% das empresas usam Sistema de Gestão Ambiental
setembro 24, 2010
Categoria(s) Notícias
No Brasil, 71% de 1.227 empresas fazem uma gestão ambiental. O índice é ainda maior entre as grandes empresas (94,9%), mas diminui quando se trata das pequenas (61%). Os dados são do levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que fez uma sondagem com 677 pequenas, 367 médias e 183 grandes companhias entre os dias 5 e 19 de abril.
Entre aquelas que declararam adotar procedimentos como economia de energia elétrica e reutilização da água, 87,5% contam com um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) – que compreende processos com certificação internacional. Os destaques dos programas do SGA são: redução na geração de resíduos (80,1% das empresas), o uso eficiente de energia (69,5%), a redução no consumo de água (58,3%), o uso de resíduos como matéria-prima ou insumo (45,9%) e a reutilização de água (43,6%). Falta ainda mais empresas com práticas capazes de proteger a fauna e a flora.
FONTE: Você RH
Brasil supera os EUA e atrai mais investidores
setembro 24, 2010
Categoria(s) Notícias
Ainda que os EUA continuem detendo o posto de maior economia do mundo, o Brasil, a Índia e a China são hoje os preferidos dos investidores. Foi o que mostrou a Bloomberg Global Poll, pesquisa realizada pela Bloomberg.
No último levantamento – realizado em junho deste ano - o país governado por Barack Obama ocupava o primeiro lugar no ranking das melhores economias para se investir.
Agora, no entanto, os investidores consideram a situação da economia norte-americana insustentável. Por isso, os 1.408 entrevistados para a pesquisa colocaram o Brasil e a China nos primeiros lugares como mercados que podem proporcionar ganhos potenciais em 2011. A Índia apareceu em terceiro, antes dos Estados Unidos, em 4º lugar.
FONTE: Você RH
Hora de receber aumento!
agosto 9, 2010 Clube do RH
Categoria(s) Artigos
Com a economia brasileira aquecida e as empresas crescendo, este é o momento perfeito para você negociar com seu chefe aquele reconhecimento que ficou congelado durante a crise do ano passado. Monte aqui uma estratégia matadora para ganhar mais.
Se você quer pedir um aumento ou negociar uma promoção, faça isso já. Poucas vezes em sua carreira você deve encontrar um cenário tão favorável. A previsão dos economistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça algo entre 6% e 7,5% neste ano. Só no primeiro trimestre de 2010 as companhias de capital aberto (exceto Vale e Petrobras) tiveram um lucro líquido 57% maior do que os números do mesmo período do ano passado, segundo dados da empresa de pesquisa Valor Data.
“Hoje, no Brasil, todos os setores estão crescendo muito, incluindo a indústria”, diz Carlos Alberto Ramos, professor do departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB). Um dos efeitos mais importantes desse crescimento é a criação de novos empregos. O Ministério do Trabalho estima que serão abertas 2,5 milhões de vagas em 2010. Outro efeito positivo deve ocorrer sobre os salários.
A Mercer, consultoria de recursos humanos, de São Paulo, estima que o salário base cresça em média algo entre 7% e 8% este ano, para compensar uma provável inflação de 5%. “Acho que está mais para 8%”, diz Christian Pereira, consultor sênior de capital humano da Mercer. Os bônus também devem aumentar: a estimativa é de que 80% das empresas paguem mais do que a meta estipulada.
As promoções também estão em alta, graças à escassez de gente qualifi cada. “Em fase de expansão, as companhias dão prioridade para o funcionário que elas já conhecem”, diz Vicente Picarelli Filho, consultor de capital humano da Deloitte. Se você atravessou a crise internacional, que durou até meados do ano passado, há mais um bom argumento para negociar com seu chefe: seu comprometimento com a empresa. Depois de muito esforço e corte de custos, a maioria delas fechou 2009 com bom desempenho. Continue lendo.
FONTE: Você S/A
Alta da Selic não puxará juros dos bancos imediatamente
abril 29, 2010 Clube do RH
Categoria(s) Notícias

Sede do Banco Central em Brasília: segundo Febraban, influência da Selic nas taxas cobradas pelos bancos é menor do que a taxa de mercado futuro
Na quarta (28), Copom determinou uma alta de 0,75 ponto percentual para a taxa Selic. Para Febrapan, a princípio, aumento não influenciará juros bancários
Brasília – O aumento da taxa Selic não deverá ter reflexos significativos e imediatos no valor dos juros cobrados pelos bancos. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (29) pelo diretor de Assuntos Econômicos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg. Ontem, o Banco Central aumentou de 8,75% para 9,5% a taxa básica de juros.
Segundo ele, a influência da Selic nas taxas cobradas pelos bancos é menor do que a taxa de mercado futuro, que é mais usada em empréstimos de longo prazo.
“A princípio, o aumento [da Selic] apenas diminui a tendência de redução dos juros cobrados pelos bancos e causa um impacto pequeno no nível da taxa de juros cobrada do cidadão comum. Isso porque um bom pedaço dos efeitos já está incorporado nos custos das instituições bancárias”, disse Sardenberg à Agência Brasil.
“Desde a metade do ano passado, há uma trajetória de recuo e, atualmente, estamos em um patamar [de custo do crédito] abaixo do registrado no período anterior à crise. O que mais pode influenciar as taxas cobradas pelos bancos são as taxas de mercado futuro e os acenos do BC no sentido de gerar expectativas de novos aumentos [da Selic] para compensar tendências inflacionárias”, argumenta o economista.
O spread (diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e cobram nos empréstimos), afirma Sardenberg, só aumentará se houver sinais claros de que a economia continua crescendo forte e, associado a isso, sinais de pressão inflacionária.
Fonte: Portal Exame



















