Sustentabilidade empresarial: responsabilidade ambiental, social e econômica
A sustentabilidade empresarial deve se basear em três aspectos básicos: o ambiental, o econômico e o social. A primeira variável diz respeito ao uso racional dos recursos naturais e maximização dos impactos ambientais positivos no ciclo de vida dos produtos, desde a extração da matéria-prima até a sua disposição final. Mais ainda, a empresa tem de preocupar-se também com os impactos ambientais positivos e negativos de sua atividade produtiva. O aspecto econômico trata da sustentabilidade dos negócios das empresas, que devem buscar o lucro e a remuneração do capital. Já o terceiro ponto leva em consideração as políticas de responsabilidade social.
Hora de receber aumento!
Com a economia brasileira aquecida e as empresas crescendo, este é o momento perfeito para você negociar com seu chefe aquele reconhecimento que ficou congelado durante a crise do ano passado. Monte aqui uma estratégia matadora para ganhar mais.
Se você quer pedir um aumento ou negociar uma promoção, faça isso já. Poucas vezes em sua carreira você deve encontrar um cenário tão favorável. A previsão dos economistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça algo entre 6% e 7,5% neste ano. Só no primeiro trimestre de 2010 as companhias de capital aberto (exceto Vale e Petrobras) tiveram um lucro líquido 57% maior do que os números do mesmo período do ano passado, segundo dados da empresa de pesquisa Valor Data.
“Hoje, no Brasil, todos os setores estão crescendo muito, incluindo a indústria”, diz Carlos Alberto Ramos, professor do departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB). Um dos efeitos mais importantes desse crescimento é a criação de novos empregos. O Ministério do Trabalho estima que serão abertas 2,5 milhões de vagas em 2010. Outro efeito positivo deve ocorrer sobre os salários.
A Mercer, consultoria de recursos humanos, de São Paulo, estima que o salário base cresça em média algo entre 7% e 8% este ano, para compensar uma provável inflação de 5%. “Acho que está mais para 8%”, diz Christian Pereira, consultor sênior de capital humano da Mercer. Os bônus também devem aumentar: a estimativa é de que 80% das empresas paguem mais do que a meta estipulada.
As promoções também estão em alta, graças à escassez de gente qualifi cada. “Em fase de expansão, as companhias dão prioridade para o funcionário que elas já conhecem”, diz Vicente Picarelli Filho, consultor de capital humano da Deloitte. Se você atravessou a crise internacional, que durou até meados do ano passado, há mais um bom argumento para negociar com seu chefe: seu comprometimento com a empresa. Depois de muito esforço e corte de custos, a maioria delas fechou 2009 com bom desempenho. Continue lendo.
FONTE: Você S/A
Alta da Selic não puxará juros dos bancos imediatamente

Sede do Banco Central em Brasília: segundo Febraban, influência da Selic nas taxas cobradas pelos bancos é menor do que a taxa de mercado futuro
Na quarta (28), Copom determinou uma alta de 0,75 ponto percentual para a taxa Selic. Para Febrapan, a princípio, aumento não influenciará juros bancários
Brasília – O aumento da taxa Selic não deverá ter reflexos significativos e imediatos no valor dos juros cobrados pelos bancos. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (29) pelo diretor de Assuntos Econômicos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg. Ontem, o Banco Central aumentou de 8,75% para 9,5% a taxa básica de juros.
Segundo ele, a influência da Selic nas taxas cobradas pelos bancos é menor do que a taxa de mercado futuro, que é mais usada em empréstimos de longo prazo.
“A princípio, o aumento [da Selic] apenas diminui a tendência de redução dos juros cobrados pelos bancos e causa um impacto pequeno no nível da taxa de juros cobrada do cidadão comum. Isso porque um bom pedaço dos efeitos já está incorporado nos custos das instituições bancárias”, disse Sardenberg à Agência Brasil.
“Desde a metade do ano passado, há uma trajetória de recuo e, atualmente, estamos em um patamar [de custo do crédito] abaixo do registrado no período anterior à crise. O que mais pode influenciar as taxas cobradas pelos bancos são as taxas de mercado futuro e os acenos do BC no sentido de gerar expectativas de novos aumentos [da Selic] para compensar tendências inflacionárias”, argumenta o economista.
O spread (diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e cobram nos empréstimos), afirma Sardenberg, só aumentará se houver sinais claros de que a economia continua crescendo forte e, associado a isso, sinais de pressão inflacionária.
Fonte: Portal Exame














