Sustentabilidade empresarial: responsabilidade ambiental, social e econômica

novembro 16, 2010  
Categoria(s) Notícias

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A sustentabilidade empresarial deve se basear em três aspectos básicos: o ambiental, o econômico e o social. A primeira variável diz respeito ao uso racional dos recursos naturais e maximização dos impactos ambientais positivos no ciclo de vida dos produtos, desde a extração da matéria-prima até a sua disposição final. Mais ainda, a empresa tem de preocupar-se também com os impactos ambientais positivos e negativos de sua atividade produtiva. O aspecto econômico trata da sustentabilidade dos negócios das empresas, que devem buscar o lucro e a remuneração do capital. Já o terceiro ponto leva em consideração as políticas de responsabilidade social.

Esse tripé é o que deve orientar os gestores das empresas, promovendo a interação com o meio ambiente, a fim de garantir o acesso das futuras gerações aos recursos naturais; com o mercado, para preservar a competitividade e continuidade da empresa; e com seus colaboradores, levando em conta a responsabilidade social. Temos de lembrar, no entanto, que, antes de mais nada, é necessário montar um sistema de gestão, com objetivos claramente estabelecidos. No momento em se incorpora a sustentabilidade dentro da visão e missão da empresa, automaticamente, essas três vertentes devem ser contempladas.
Atualmente, os modelos de gestão à disposição das empresas, que englobam esses três aspectos, são encontrados nas normas ISO 9001 (Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Gestão do Meio Ambiente), OHSAS, ISO 16001 e ISO 26001 (Gestão da Responsabilidade Social).
Porém, apesar desses modelos de gestão serem bastante complexos e abrangentes, aderir às normas, por si só, não garante a sustentabilidade empresarial. Para que esses sistemas trabalhem de maneira integrada e eficiente é necessário uma diretriz única, que é a governança corporativa.
A governança corporativa é a capacidade das empresas de garantir uma gestão eficiente, estabelecendo padrões organizacionais para enfrentar os desafios internos e externos, com vistas a um bom desempenho financeiro, ambiental e social. Em resumo, significa consolidar as boas práticas de board, formando um conselho de administração competente, com controles externos eficazes (auditoria externa de terceira parte), que cooperem com o CEO a fim de obter uma gestão a mais isenta, transparente e eficiente possível.
Isso significa prevenir a adoção de práticas que podem levar as empresas a conduzir sua linha de atuação baseadas em políticas equivocadas. Exemplos comuns são o da pequena empresa onde o proprietário confunda a pessoa jurídica com a pessoa física juntando as finanças num caixa único. Outro caso comum é o da empresas familiares que, em processos de sucessão, desagregam-se em grupos de acionistas que lutam pelo seu controle. Quando conduzidos por critérios não aderentes à governança corporativa, esses embates entre grupos acabam quebrando a empresa.
A governança corporativa é um conceito complexo, mas prepara as empresas para tratar de maneira integrada as restrições advindas do meio ambiente empresarial, das legislações vigentes em um país, das regras de comércio internacional, mercado financeiro, entre outras variáveis. E isso é necessário, pois, cada vez mais, os governos criam regulamentações sobre produtos, relações de consumo, comércio internacional, relações com o mercado e meio ambiente. Isso sem falar nas crises econômicas, especulação financeira, mudanças nos cenários internacionais, competição com os países emergentes, fatores que podem abalar até as empresas mais sólidas.
Todas essas restrições contribuem para tornar mais difícil a tarefa de gerir as corporações com sustentabilidade, no sentido amplo do termo. O uso de modelos de gestão consagrados e normalizados ajudam o administrador a focar sua atenção nesses pontos críticos, que estão fora do controle da empresa. Com isso, ele consegue ter bases mais sólidas para enfrentar as crises e adversidades, pois conta com uma estruturada bem organizada e capaz de dar respostas eficientes às situações adversas.
Daí a importância da governança corporativa, estruturada nas boas práticas de gestão que geralmente evitam atitudes pouco recomendadas como a confusão entre pessoa física e pessoa jurídica, o nepotismo, conflito de interesses, entre outras. E incentiva a consideração aos acionistas e aos stakeholders, a ética na condução dos negócios e o respeito ao meio ambiente e às pessoas.
FONTE: Physis SDA

Outubro registra menor número em 2010 de falências

novembro 5, 2010  
Categoria(s) Notícias

Até agora, o mês de outubro foi o que contou o menor número em 2010 de micro e pequenas empresas que decretaram falência.Os dados são do Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, que revelou que 46 micro e pequenas fecharam as portas. No total, o número de falências foi 53. Tal resultado seria reflexo de um bom momento econômico vivido pelo Brasil.

Fonte: Você RH

Linde prorroga inscrições para Programa de Trainee 2011

setembro 30, 2010  
Categoria(s) Vagas

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A Linde, empresa na produção de gases Industriais e Medicinais, estendeu para 5 de outubro de 2010 o prazo de inscrições para o processo de seleção de jovens talentos no seu Programa Trainee em 2011. Podem se inscrever jovens de todo país com término do curso universitário entre dezembro de 2008 e dezembro de 2010. As inscrições são feitas no site da Dreves Associados, www.dreves.com.br/linde

O Programa oferece nove vagas em 2011 para jovens em início de carreira para os cargos técnicos ou gerenciais. O programa terá início em janeiro de 2011, duração de um ano e é destinado a formandos dos cursos universitários de Engenharia (Química, Mecânica, Metalúrgica, de Materiais, Mecatrônica, de Alimentos e de Produção), Química, Farmácia, Administração e Economia.

Quesitos exigidos ao candidato
• Curso universitário concluído entre dezembro de 2008 e dezembro de 2010;
• Formandos dos cursos universitários de Engenharia (Química, Mecânica, Metalúrgica, de Materiais, Mecatrônica, de Alimentos e de Produção), Química, Farmácia, Administração e Economia;
• Idioma Inglês fluente;
• Disponibilidade para viagens e mudança de cidade de residência;
• Idioma espanhol avançado é diferencial.

Para outras informações, acesse www.dreves.com.br/linde

FONTE: Você S.A

87,5% das empresas usam Sistema de Gestão Ambiental

setembro 24, 2010  
Categoria(s) Notícias

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No Brasil, 71% de 1.227 empresas fazem uma gestão ambiental. O índice é ainda maior entre as grandes empresas (94,9%), mas diminui quando se trata das pequenas (61%). Os dados são do levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que fez uma sondagem com 677 pequenas, 367 médias e 183 grandes companhias entre os dias 5 e 19 de abril.

Entre aquelas que declararam adotar procedimentos como economia de energia elétrica e reutilização da água, 87,5% contam com um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) – que compreende processos com certificação internacional. Os destaques dos programas do SGA são: redução na geração de resíduos (80,1% das empresas), o uso eficiente de energia (69,5%), a redução no consumo de água (58,3%), o uso de resíduos como matéria-prima ou insumo (45,9%) e a reutilização de água (43,6%). Falta ainda mais empresas com práticas capazes de proteger a fauna e a flora.

FONTE: Você RH

Brasil supera os EUA e atrai mais investidores

setembro 24, 2010  
Categoria(s) Notícias

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Ainda que os EUA continuem detendo o posto de maior economia do mundo, o Brasil, a Índia e a China são hoje os preferidos dos investidores. Foi o que mostrou a Bloomberg Global Poll, pesquisa realizada pela Bloomberg.

No último levantamento – realizado em junho deste ano - o país governado por Barack Obama ocupava o primeiro lugar no ranking das melhores economias para se investir.

Agora, no entanto, os investidores consideram a situação da economia norte-americana insustentável. Por isso, os 1.408 entrevistados para a pesquisa colocaram o Brasil e a China nos primeiros lugares como mercados que podem proporcionar ganhos potenciais em 2011. A Índia apareceu em terceiro, antes dos Estados Unidos, em 4º lugar.

FONTE: Você RH

Hora de receber aumento!

agosto 9, 2010  
Categoria(s) Artigos

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Com a economia brasileira aquecida e as empresas crescendo, este é o momento perfeito para você negociar com seu chefe aquele reconhecimento que ficou congelado durante a crise do ano passado. Monte aqui uma estratégia matadora para ganhar mais.

Se você quer pedir um aumento ou negociar uma promoção, faça isso já. Poucas vezes em sua carreira você deve encontrar um cenário tão favorável. A previsão dos economistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça algo entre 6% e 7,5% neste ano. Só no primeiro trimestre de 2010 as companhias de capital aberto (exceto Vale e Petrobras) tiveram um lucro líquido 57% maior do que os números do mesmo período do ano passado, segundo dados da empresa de pesquisa Valor Data.

“Hoje, no Brasil, todos os setores estão crescendo muito, incluindo a indústria”, diz Carlos Alberto Ramos, professor do departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB). Um dos efeitos mais importantes desse crescimento é a criação de novos empregos. O Ministério do Trabalho estima que serão abertas 2,5 milhões de vagas em 2010. Outro efeito positivo deve ocorrer sobre os salários.

A Mercer, consultoria de recursos humanos, de São Paulo, estima que o salário base cresça em média algo entre 7% e 8% este ano, para compensar uma provável inflação de 5%. “Acho que está mais para 8%”, diz Christian Pereira, consultor sênior de capital humano da Mercer. Os bônus também devem aumentar: a estimativa é de que 80% das empresas paguem mais do que a meta estipulada.

As promoções também estão em alta, graças à escassez de gente qualifi cada. “Em fase de expansão, as companhias dão prioridade para o funcionário que elas já conhecem”, diz Vicente Picarelli Filho, consultor de capital humano da Deloitte. Se você atravessou a crise internacional, que durou até meados do ano passado, há mais um bom argumento para negociar com seu chefe: seu comprometimento com a empresa. Depois de muito esforço e corte de custos, a maioria delas fechou 2009 com bom desempenho. Continue lendo.

FONTE: Você S/A

Alta da Selic não puxará juros dos bancos imediatamente

abril 29, 2010  
Categoria(s) Notícias

João Ramid/Veja

Sede do Banco Central em Brasília: segundo Febraban, influência da Selic nas taxas cobradas pelos bancos é menor do que a taxa de mercado futuro

Na quarta (28), Copom determinou uma alta de 0,75 ponto percentual para a taxa Selic. Para Febrapan, a princípio, aumento não influenciará juros bancários

Brasília – O aumento da taxa Selic não deverá ter reflexos significativos e imediatos no valor dos juros cobrados pelos bancos. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (29) pelo diretor de Assuntos Econômicos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg. Ontem, o Banco Central aumentou de 8,75% para 9,5% a taxa básica de juros.

Segundo ele, a influência da Selic nas taxas cobradas pelos bancos é menor do que a taxa de mercado futuro, que é mais usada em empréstimos de longo prazo.

“A princípio, o aumento [da Selic] apenas diminui a tendência de redução dos juros cobrados pelos bancos e causa um impacto pequeno no nível da taxa de juros cobrada do cidadão comum. Isso porque um bom pedaço dos efeitos já está incorporado nos custos das instituições bancárias”, disse Sardenberg à Agência Brasil.

“Desde a metade do ano passado, há uma trajetória de recuo e, atualmente, estamos em um patamar [de custo do crédito] abaixo do registrado no período anterior à crise. O que mais pode influenciar as taxas cobradas pelos bancos são as taxas de mercado futuro e os acenos do BC no sentido de gerar expectativas de novos aumentos [da Selic] para compensar tendências inflacionárias”, argumenta o economista.

O spread (diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e cobram nos empréstimos), afirma Sardenberg, só aumentará se houver sinais claros de que a economia continua crescendo forte e, associado a isso, sinais de pressão inflacionária.

Fonte: Portal Exame

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