10 razões para não negar informações aos colaboradores

outubro 14, 2010  
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O fluxo de informações seguras no ambiente organizacional é um diferencial significativo para qualquer empresa e fecha as portas para os boatos que, normalmente, geram resultados negativos para as organizações. Isso porque não eiste quem consiga trabalhar tranquilo ao ouvir rumores “preocupantes” como, por exemplo, que haverá demissão em massa ou até processos de inovação que exigirão quebras de paradigmas. Abaixo, destaco algumas razões para que a empresa mantenha sempre uma comunicação interna eficaz com seus profissionais.

1 - Não há nada mais desconfortável do que chegar ao trabalho e escutar existe a possibilidade de que ocorram desligamentos em curto e médio prazo. Isso faz com que o mais dedicado profissional desvie sua atenção das atividades laborais para ficar com aquele terrível pensamento em sua mente: “Serei o próximo?”. Certamente, a produtividade será prejudicada.

2 - Quando um boato ganha forças dentro da empresa, ele ultrapassa os portões da companhia. Como? Basta apenas o colaborador seguir para sua residência e a preocupação irá acompanhá-lo. E quando isso ocorre, além do sofrimento gerado ao profissional, a sua família também sentirá os reflexos negativos, porque ele chegará estressado e provavelmente passada a tensão para o cônjuge e os filhos. Resultado: a qualidade de vida cai tanto no ambiente de trabalho quanto no campo pessoal.

3 - Se um boato é capaz de abalar um funcionário, também tem “força” para se estender entre os demais profissionais que atuam na empresa. O reflexo será perceptível pelos gestores a “olho nu”, pois sentirá que entre as equipes as pessoas estão tensas, com a mente longe (presenteísmo) e quando têm oportunidade conversam de forma “desconfiada”.

4 - Uma vez instalado um boato em um departamento, é questão de dias ou mesmo horas para que o mesmo se propague em outros setores e em curto espaço de tempo todos sejam contaminados pelo sentimento de medo e de dúvidas sobre “como será o amanhã”.

5 - Enquanto há aqueles profissionais que se limitam a desperdiçarem suas horas de trabalho com o “disse me disse” que percorre toda a empresa, existem outros que não perdem tempo e logo entram em contato com a rede de relacionamentos. O motivo? O surgimento de novas oportunidades que podem ser abraçadas, antes mesmo que o barco afunde. Com isso, a empresa perde talentos que farão significativa diferença para o negócio da empresa.

6 - É bom lembrar que quando um profissional desliga-se de uma organização, ele leva consigo toda a sua bagagem de conhecimento adquirida ao longo do tempo em que atuou na empresa. E até que alguém preencha a vaga em aberto, a empresa perderá não apenas tempo e gastos com uma nova seleção.

7 - Contudo, a questão acima pode ser evitada. É bom não cair no esquecimento de que uma boa comunicação não apenas ajuda a reter talentos, mas também atrair outros profissionais que agreguem valor ao negócio. Hoje, observa-se uma preocupação de muitos profissionais em fazerem parte de uma organização que proporcione segurança e clareza sobre assuntos relacionados ao ambiente corporativo e nunca os deixe com uma “nuvem escuras” sob suas mentes.

8 - Mas como evitar que rumores afetem o equilíbrio corporativo. Vale nesse momento que os canais de comunicação da empresa devem ser considerados “pontes” estratégicas entre empresa e funcionários. Através de murais, informes periódicos, intranet, e-mails corporativos é possível garantir uma comunicação clara, efetiva e assegurar a credibilidade da companhia diante seu quadro funcional.

9 - Vale lembrar que os canais de comunicação também são representados pelos gestores. Ou seja, através das lideranças as informações chegam aos colaboradores sem distorções que comprometam a rotina de uma companhia. É de grande valor, nesse momento, valorizar a relação face a face de forma contínua e não esporádica.

10 - Quando a empresa mantém uma comunicação clara com os seus talentos, a organização também fortalece o relacionamento com todos os seus todos seus stakeholders. Isso acontece porque os profissionais mantêm contato direto os stakeholders, e esses sentem a segurança ou não de quem atua na corporação.

FONTE: Rh.com.br

RH em debate: tendências na área de gestão de pessoas

agosto 30, 2010  
Categoria(s) Notícias

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Inovar, pensar no futuro, crescer, preocupar-se com a equipe são competências dos gestores de sucesso. O RH tem papel fundamental na formação desse profissional. A área de RH está mudando. A forma como as organizações efetuam a gestão de pessoas passa por transformações. Nas empresas, exige-se hoje:

  • Estrutura e formas de trabalho flexíveis e adaptáveis;
  • Processos decisórios ágeis e focados nas exigências do mercado;
  • Mudança no perfil das pessoas: empreendedoras, autônomas, comprometidas;
  • Velocidade para entrar e sair de mercados locais e globais;
  • Alto grau de competitividade.

Ocorre que os anseios das pessoas em relação às empresas também mudaram. Entre as expectativas das pessoas em relação às empresas estão: autonomia e liberdade em suas escolhas de carreira e de desenvolvimento profissionais; maior transparência na relação com a empresa e processos e comunicação mais eficientes; maior exigência de condições concretas para o contínuo desenvolvimento; mais oportunidades de desafios profissionais e pessoais e contínua realização.

E, para atender concomitantemente às mudanças exigidas nas empresas e às expectativas das pessoas, em relação a elas, surgem às tendências na área de gestão de pessoas. São elas:

  • O RH assume papel estratégico nas organizações, contribuindo com a construção e implementação das estratégias corporativas de longo prazo;
  • RH como facilitador de mudanças, preparando o ambiente para a implementação de novas tecnologias e ferramentas de trabalho;
  • Cuidar do desenvolvimento organizacional;
  • Trabalhar cada vez mais alinhando as competências aos resultados organizacionais. A gestão por competências é uma opção para formar equipes motivadas, com foco nos resultados, fortalecidas e com alto desempenho;
  • Promover às pessoas um ambiente favorável ao autodesenvolvimento como garantia à empregabilidade;
  • RH como Consultor Interno, assessorando os gestores na prática de gerir pessoas. A carreira do Consultor Interno requer automotivação constante, estudo, educação, treino e prática, flexibilidade para lidar com pessoas, idoneidade e confiança para conquistar o cliente.

FONTE: Administradores

Recursos Humanos na percepção dos funcionários

agosto 17, 2010  
Categoria(s) Notícias

A área de Recursos Humanos compreende várias atividades. Em virtude disso, foi realizada uma pesquisa quantitativa, com universitários da faculdade Pitágoras de diversos cursos tecnólogos que trabalham em empresas que possuem o setor de RH, a fim de analisar as opiniões dos mesmos em relação a este setor. Foi realizado um questionário com perguntas referentes à área de RH. Depois de conhecida as opiniões e após o tratamento estatístico dos dados, concluiu-se que este setor traz contribuições para os colaboradores e para as empresas, porém, suas atividades não são muito claras para os funcionários.

Os assuntos que norteiam a área trabalhista no Brasil geram questionamentos há algumas décadas.

Para Figueira (2002) um fato determinante e histórico, que acendeu os holofotes do país, foi a criação da consolidação das leis trabalhistas em 1943 pelo então presidente Getúlio Vargas. Na época, o objetivo era acabar com atividades em regime semiescravo e estipular direitos ao trabalhador, pois as empresas, a maioria agrária, não acreditavam que as pessoas tinham um diferencial atrativo, ou seja, eram tratadas como parte de um todo, em muitos casos sinônimo de máquinas.

Figueira (2002) acrescenta ainda que, o mundo bipolar mudou a ótica das empresas que motivadas pelo avanço tecnológico, nas décadas de 70 a 90, passaram a reter funcionários com potencial técnico. Esses eram qualificados e ofereciam algo de diferente em relação aos demais, no entanto, ainda foram tratados como recurso.

Atualmente as empresas, em busca de um diferencial, desenvolveram métodos para se manterem atualizadas no mercado, mas em pouco tempo perceberam que haviam esgotado as fontes de investimento. Nesse momento os funcionários passaram a ser o principal meio de investimento. Os empresários, em muitos casos, investiram nas pessoas que passaram a ser denominadas colaboradores.

Assim o problema de pesquisa do presente trabalho é: Qual a percepção dos colaboradores a respeito do setor de RH dentro da organização?

Tal tema se reveste de vital importância visto que, de acordo com a imagem que os funcionários possuem deste setor, o posicionamento dos mesmos pode variar.

De acordo com essas informações, o objetivo geral da pesquisa é analisar a importância do setor de RH na visão dos funcionários. Como objetivos específicos pretende-se obter uma definição de Recursos Humanos, identificar as maiores contribuições que este setor proporciona às pessoas, saber se as pessoas sabem quais são os papéis desse setor, as principais características de um bom gestor de RH e as opiniões acerca deste setor. (Continue lendo o restante da pesquisa AQUI)

FONTE: Administradores

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