5 pesquisas que provam que aparência importa (sim) para a carreira
dezembro 7, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
Contrariando o politicamente correto, estudos mostram que a beleza tem um peso importante para o desenvolvimento profissional.
Se você perguntar para qualquer headhunter quais são os fatores que realmente pesam na seleção para uma oportunidade profissional, ele (provavelmente) responderá sem hesitar: experiência, qualificação e perfil profissional.
Mas, estudos recentes mostram que, além desses quesitos, a aparência também conta (e muito) para o sucesso profissional.
Traços do rosto, postura e, pasmem, até se a pessoa usa ou não óculos podem influenciar, inconscientemente, a avaliação final do recrutador ou da chefia na hora de determinar uma promoção.
Confira cinco destes estudos que denunciam que os mais bonitos (ou mais bem arrumados) podem ter um futuro promissor pela frente.
1 – Pessoas bonitas têm salários maiores
Homens não tão bonitos, segundo o senso comum, podem ter um salário 17% menor do que aqueles que se enquadram nos padrões de beleza. Enquanto para as mulheres, a diferença poderia ser de 12%.
É o que mostra cálculo feito pelo economista Daniel Hamermes, no livro “Beauty Pays: why attractive people are more successful”.
Entre os motivos para essa discrepância podem estar fatores como segurança em si mesmo e bons níveis de autoestima. Geralmente, as pessoas ditas bonitas são bem resolvidas nesse quesito. E isso poderia influenciar o comportamento delas no trabalho.
2 – Marcas faciais distraem headhunters
Um estudo conduzido por pesquisadores da Rice University, em Houston (EUA), mostrou que marcas faciais podem tirar o foco dos recrutadores e, até, pasmem, induzir a uma avaliação negativa na hora da entrevista.
Dois experimentos contribuíram para essa conclusão. No primeiro, 171 estudantes de graduação ouviram ao áudio de uma entrevista de emprego enquanto viam imagem do candidato em uma tela. Uma parte dos participantes viu imagens de pessoas com cicatrizes no queixo ou marcas de nascença. A outra, de pessoas sem qualquer marca facial. O experimento foi repetido com 38 profissionais em cargos de gestão.
E os resultados não poderiam ser menos desanimadores. Das 20 questões feitas na entrevista, os estudantes que miravam imagens de pessoas com cicatrizes só se lembraram de oito. Aqueles que viram pessoas sem as cicatrizes se recordaram de 11.
Motivo? Os primeiros não conseguiam tirar os olhos das marcas faciais durante a entrevista, segundo revelou um programa de eye tracking. Os candidatos com cicatrizes também tiveram uma avaliação inferior a dos que não possuíam qualquer marca no rosto.
3 – Formato do rosto pode determinar sucesso profissional
Para descobrir como as características faciais dos gestores podem estar relacionadas ao sucesso de uma companhia, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, submeterem fotos atuais e da formatura de 73 sócios dos principais escritórios de advocacia dos Estados Unidos à avaliação de um grupo de 67 pessoas.
Elas deveriam julgar critérios como características que representavam dominância, maturidade facial, aptidão e confiança.
Os resultados mostraram que pessoas com traços faciais que denotavam poder tendem a ter carreiras mais bem sucedidas nas culturas ocidentais. Qual a combinação para isso? Um rosto com formato angular, maxilar grande, olhar profundo, ossos da face proeminentes e sobrancelhas com curvatura marcante.
4 – Quer passar na entrevista? Use óculos
Pesquisa da College of Optometrists sugere que usar óculos pode aumentar as chances de conseguir um emprego. Segundo o levantamento, um terço do adultos britânicos acredita que pessoas que usam óculos têm uma aparência mais profissional e 43% afima que elas parecem mais inteligentes. E o mais curioso: 40% dos participantes da pesquisa admitem que topariam usar óculos em uma entrevista apenas para impressionar.
5 – Decote pode ser passaporte para implosão da carreira
Para quem gosta de provocar um pouco na profundidade do decote, uma pesquisa do empresário britânico Peter Jones, CEO da Dragons, serve como um alerta. Metade dos executivos britânicos admite que já deixou de promover ou aumentar o salário de uma funcionária que vestia roupas muito justas ou decotadas.
Mas a situação pode ficar mais nebulosa para quem aposta nesse risco. Um em cada cinco executivos consultados pela pesquisa assume que trajes inapropriados já foram motivo para a demissão de uma funcionária.
Fonte: Exame
Planejamento Estratégico 2012, Vida, Carreira e Negócios
novembro 21, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
As bases para uma carreira de sucesso
agosto 31, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
No Brasil, diversos setores da economia têm sofrido com um mesmo problema: o apagão de mão de obra. Uma boa dimensão dessa carência foi revelada, em abril deste ano, por um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrando que 69% das empresas têm problemas para contratar profissionais qualificados.
Aliada à formação acadêmica, a vivência profissional tem papel decisivo na formação e na qualificação, e o estágio tem seus méritos nesse processo. Na maioria das vezes é exercendo a função de estagiário que o estudante terá a primeira oportunidade de vivenciar a cultura e a realidade de uma empresa e obter parâmetros para tomar as decisões que delinearão sua carreira.
Mais do que o clássico papel de suporte às áreas de uma empresa, o estagiário hoje tem a chance de expor suas ideias e, principalmente, de interagir com os líderes das companhias. Isso é fundamental para desenvolver nele o sentimento de pertencer ao grupo e algumas das competências valorizadas em empresas como a CPFL: inovação, atitude empreendedora, paixão por vencer, excelência de processos, foco do cliente, compromisso com a sustentabilidade, orientação para resultados, compromisso com a criação de valor e visão de futuro.
Para o candidato a uma vaga de estágio é importante ter em mente o desafio e a qualidade da oportunidade que determinada empresa está oferecendo. Não se pode diminuir a importância de uma eventual efetivação, mas ela não deve ser considerada como único fator relevante para participação em um processo de estágio. Sua jornada e desempenho na companhia darão o tom de sua performance no mercado nos anos seguintes. Para os estagiários da CPFL Energia, as dicas são: aproveitar, aprender, contribuir e deixar sua marca. Aprendizado e desafio são as garantias e os que conseguirem se destacar sem dúvida serão priorizados na permanência.
Mais uma responsabilidade do interessado em participar de um processo de estágio é analisar muito bem a empresa onde pretende ingressar. É fundamental avaliar o perfil da companhia, sua missão e valores, a fim de identificar se está alinhado com o que o estudante pretende. Consultar ex-estagiários e pessoas que já trabalharam ou ainda trabalham na empresa pode dar um cenário detalhado da realidade da companhia e das oportunidades que ela tem a oferecer.
O estágio é uma ferramenta valiosa para estudantes de nível técnico e superior. Sem dúvida, os dois tipos de estagiários se beneficiarão dos conhecimentos adquiridos e poderão colocar em prática o que é aprendido em sala de aula. Na CPFL, muitos dos participantes do programa de estágio têm uma formação mais técnica e a própria natureza do negócio permite que eles participem de aplicações reais de procedimentos técnicos que nas salas de aula das universidades e escolas técnicas não podem ser tão aprofundados.
É aí que a parceria entre as instituições de ensino e as empresas tem um papel decisivo. Divulgar as oportunidades de estágios oferecidas pelas companhias, por meio de diversas ferramentas (mural, site, redes sociais), ajuda os alunos a tomarem a decisão mais apropriada para o que ele busca em termos de futuro profissional. Essa parceria já existe, seja com as ferramentas já citadas ou em eventos ligados ao tema, mas deve ser cada vez mais estimulada.
Um profissional que passa por um programa de estágio de alto nível tem condições de disputar as melhores posições do mercado, pois pode desenvolver os atributos que as empresas mais valorizam e aplicá-las nas oportunidades futuras.
Fonte: RH Central
Carreira: quatro formas de aumentar as chances de contratação pelo LinkedIn
agosto 10, 2011 Clube do RH
Categoria(s) Notícias
A rede social pode ser uma excelente vitrine para quem quer chamar a atenção de potenciais empregadores
Mais de 3 milhões de brasileiros – e 120 milhões de pessoas em todo o mundo – utilizam a rede social voltada a profissionais LinkedIn. Além de aumentar o número de contatos, esse ambiente também facilita a busca de empregos e serve de vitrine para quem está interessado em novos desafios profissionais. Mas para tornar o perfil online atraente a possíveis recrutadores, deve-se tomar alguns cuidados, aconselha Dan Finnigan, CEO da Jobvite, plataforma online de busca e contratação.
A seguir, Finnigan elenca quatro dicas para quem quer aumentar as chances de encontrar um emprego pelo LinkedIn e deseja chamar a atenção de possíveis recrutadores:
Dica 1: Se preocupe em escrever um perfil adequado
A área na qual os profissionais escrevem o resumo e a experiência no perfil do LinkedIn é fundamental para atrair, ou repelir, potenciais recrutadores. Assim, na hora de escrevê-las, a pessoa deve ter em mente que as realizações profissionais mais importantes devem ser citadas logo no início da lista.
Além disso, na hora de detalhar a experiência em um determinado cargo, os profissionais precisam citar alguns resultados concretos que obtiveram quando exerciam uma determinada função.
“Gaste tempo escrevendo as áreas do perfil que ficam na parte superior (resumo e experiência)”, considera Finnigan. “O interesse tende a ser perder quando as pessoas vão descendo a página”, complementa.
Dica 2: Descreva as empresas na qual trabalhou
Os recrutadores e profissionais de recursos humanos tendem a buscar pessoas no LinkedIn por meio de sua experiência. Assim, uma das questões analisadas é para quais empresas a pessoa já trabalhou. Com base nisso, o CEO da Jobvite considera que uma preocupação fundamental é escrever um resumo adequado do que fazem as empresas nas quais o profissional trabalhou – ou trabalha – e, no caso de corporações já bastante conhecidas no mercado, vale explicar a atuação do departamento em que atuava.
Dica 3: Não exagere nas recomendações
É importante ter algumas recomendações – recurso no LinkedIn pelo qual outras pessoas podem escrever análises sobre seu desempenho profissional. “Mas é preciso usar isso com moderação”, considera Finnigan. Segundo ele, o ideal é destacar apenas os testemunhos mais relevantes e não aqueles muito genéricos.
“Se você está no início da carreira, peça uma ou duas recomendações para professores ou colegas
de classe”, indica.
Dica 4: Melhore sua visibilidade
A maioria das pessoas aceita grande parte dos pedidos de conexão que chegam pelo LinkedIn por conta da possibilidade de ampliar o número de contatos. Mas para ser encontrado quando um recrutador faz uma busca na rede social, o profissional deve estar preocupado também em se manter ativo. Como? Compartilhando notícias e informações sobre seu mercado na rede social; assim como fazendo parte de grupos que tenham relação com sua área.
“Os recrutadores normalmente olham os grupos [do LinkedIn] para buscar potenciais candidatos”, cita Finnigan. Ainda segundo ele, por conta disso, é importante envolver-se em discussões que demonstrem experiência e engajamento com o mercado em que atua.
Fonte: Olhardigital
Quer alavancar a sua carreira? Então saia da zona de conforto
outubro 19, 2010
Categoria(s) Artigos
Se perguntassem hoje como é seu desempenho na empresa em que trabalha, qual seria a resposta? Você faz a diferença ou prefere apenas fazer o mínimo exigido? Seus resultados estão frequentemente acima da média, ou somente “dão para o gasto”? Na hora de decidir, tem coragem para ousar, ou prefere apostar no de sempre e fazer o possível? Você se contrataria para um cargo acima do atual?
O ganhador do prêmio Nobel de Economia de 2002, Daniel Kahnneman, desenvolveu sua tese, baseado em 30 anos de estudos, sobre a irracionalidade nas decisões de consumo e investimento. Nomeada como “Prospect Theory”, a pesquisa revelou que as falhas e as distorções em nossos processos decisórios são regra, e não exceção como se pensa, e mostrou também que a maioria dos indivíduos costuma ficar satisfeita com avaliações superficiais.
Uma das distorções mais evidentes nessas avaliações é o exagero ao se tratar do próprio talento. Na média, as pessoas crêem serem mais honestas, capazes, inteligentes e justas do que as outras. Dão a elas mesmas maior responsabilidade por seus sucessos e menor por seus fracassos. As ilusões as levam a verem o mundo não como é, mas como gostariam que fosse, reforçando a tendência de se acomodarem cada vez mais.
A explicação analisada por Kahneman é que isso acontece porque temos dois sistemas de pensamento:
- Sistema 1: quando estamos nesse modo de ação, as decisões que fazemos são rápidas, sem esforço, e potencializadas por emoções. São determinadas pelo hábito. Ao fazermos escolhas baseadas nesse sistema tomamos decisões precipitadas e muitas vezes ruins.
- Sistema 2: aqui os pensamentos são baseados no raciocínio. É consciente, deliberado, analítico, lógico, racional. É mais lento, exige esforço, mas pode ser controlado. Este sistema dá mais trabalho, mas é muito mais seguro, principalmente em situações de risco.
Ao ficarmos no sistema 1, preferimos nos enganar e optamos por manter um trabalho igual ao dos outros que, consequentemente, gera resultados parecidos. Acreditamos em nossas mentes, no quão competentes elas nos fazem crer que somos, e não assumimos nossas responsabilidades naquilo que está dando errado. Sair da zona de conforto, onde os resultados são previsíveis, requer planejamento, dedicação e esforços mais intensos do que a média das empresas e das pessoas faz. Resumindo: mais tempo, coragem, honestidade consigo mesmo e muito mais trabalho.
Lembre-se: na maioria dos casos, ser bem sucedido é fazer mais e melhor, de forma consistente, e por um longo período. Tudo tem seu preço, e o do sucesso é bastante alto.Como diz o ditado popular, “a vida costuma ser dura para quem é mole!”. Ou seja, saia da zona de conforto, use mais seu sistema 2, e tenha uma boa (que será também longa) viagem em direção ao sucesso!
FONTE: Administradores
Fazer o que gosta ou gostar do que faz?
julho 30, 2010 Clube do RH
Categoria(s) Artigos
Certa vez, em artigo para a revista Veja, Stephen Kanitz escreveu que as empresas contratam profissionais para fazer o que a comunidade acha importante ser feito, não aquilo que os funcionários gostariam de fazer, que normalmente é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia.
Será que isso quer dizer que estamos fadados a trabalhar em algo que não gostamos em nome da sobrevivência?
Se todos nós fizéssemos somente o que gostamos, quem faria o tal do “trabalho sujo”? Aquilo que ninguém quer fazer e que é extremamente importante para o bom funcionamento das empresas, estados e comunidades?
O trabalho ideal deveria ser aquele que reúne três premissas básicas: gostar, fazer bem feito e conseguir ser bem remunerado pelo que se faz.
Se você só gosta de seu trabalho e o faz muito bem, mas o mercado não está disposto a pagar por ele, você não tem mais do que um hobby. Se você gosta do que faz e o mercado está disposto a pagar pelos seus serviços, mas te falta competência, em breve você será superado por competidores mais efetivos. Por fim, se você é muito bom no que faz, é bem remunerado, mas detesta fazê-lo, possivelmente esse trabalho terá vida curta, pois você vai logo se desmotivar ou até mesmo ficar doente.
O que fazer se minha atividade profissional não é exatamente o trabalho dos meus sonhos? Qual o trabalho ideal? Seria aquele em que seguimos nossos princípios e valores que, uma vez fundidos um ao outro seriam transfigurados em metas de carreira?
Isso existe?
Uma boa dica para começar a gostar mais do que se faz é procurar conhecer melhor tudo o que envolve o seu “ganha-pão”. Esteja sempre atualizado, estude, leia, aprofunde seus conhecimentos em sua área de atuação. Já reparou que, à medida que sabemos mais sobre um determinado assunto passamos a gostar mais dele?
Confúcio, filósofo chinês, disse: “escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”.
Antes de jogar tudo para o alto e mudar de carreira, que tal aprender a amar seu trabalho, buscando mais conhecimento sobre sua área, desenvolvendo competências necessárias para executá-lo bem e finalmente, fazendo-o muito bem feito?
Assim você será mais feliz no trabalho e fora dele, e vai gostar ainda mais de jogar futebol e tomar seu chope na praia.
FONTE: Você S/A



















