Qualificação será o diferencial para o Brasil

agosto 29, 2011  
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Brasil

Aproveitará mais e melhor as oportunidades geradas pelos eventos esportivos mundiais, como a Copa do Mundo de 2014, a empresa que investir em pessoal e tiver as melhores equipes. A avaliação é do vice-presidente do conselho de administração da construtora Tecnisa, Carlos Alberto Júlio, feita no 3º Encontro de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas, promovido pelo Sebrae.

“O divisor de águas de quem vai ganhar dinheiro é quem tiver as melhores pessoas”, disse o executivo. Ele afirmou que os eventos esportivos vão acelerar o processo de desenvolvimento e crescimento econômico pelo qual o país está atravessando, mas é preciso estar preparado para aproveitar as oportunidades.

Henrique Gonzales, Diretor de Recursos Humanos do Comitê Organizador das Olimpíadas de 2016, deu um alerta semelhante durante sua passagem pelo 37º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH). O executivo enfatizou que o Brasil tem agora uma oportunidade única para reafirmar sua imagem perante o mundo e qualificar sua mão de obra. As Olimpíadas, que serão disputadas na cidade do Rio de Janeiro (RJ), devem gerar 4 000 empregos diretos e 35 000 indiretos no mercado brasileiro, e vai recrutar ainda 70 000 voluntários.

 

Fonte: VocêRH

Brasileiros estão mais inclinados a buscar novas oportunidades

outubro 29, 2010  
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Com o aumento de ofertas das empresas, os profissionais brasileiros estão arriscando mais e procurando novas oportunidades de emprego. Pelo menos foi essa a conclusão da pesquisa realizada pela Robert Half, empresa de recrutamento especializado. O levantamento feito em 10 países levou em consideração as respostas de 2.406 profissionais.

Enquanto a média mundial para profissionais que ficaram mais propensos as novas oportunidades foi de apenas 29%, no Brasil o resultado foi bem diferente. 56% dos pesquisados brasileiros disseram estar abertos para novas oportunidades, contra 6% que ficaram menos inclinados a buscar vagas de trabalho fora da empresa na qual atuam hoje.

Na opinião de Fabiano Kawano, especialista em recrutamento da Robert Half, essa diferença entre o nosso país e o resto do mundo pode ser justificada pelo menor impacto da crise no Brasil e pela nossa economia aquecida. “Já estamos num momento de retomada de investimentos. As empresas voltaram a contratar e aumentar o seu staff. A forte oferta permite que os profissionais arrisquem mais.”

Fonte: Você RH

Empresa faliu? Saiba o que fazer para conseguir outro emprego

setembro 24, 2010  
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Todos os meses são decretadas falências de algumas empresas no Brasil. Para se ter uma ideia, somente em agosto, foram 63 empresas que fecharam as portas, segundo dados divulgados pela Serasa Experian. Para o profissional, participar de um processo desses pode gerar insegurança e até mesmo medo.

A consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira, explica que, para evitar sofrimento, a pessoa deve ter em mente que realizou as atividades que estavam ao seu alcance.

“Muitos profissionais ficam até o final por acreditarem que a empresa possa se recuperar. São motivados a erguer a empresa. Com a falência, surge o sentimento de perda. Para reverter essa situação, é necessário que o emocional não atrapalhe”, diz.

Recolocação

Assim que a empresa decreta falência, os contratos de trabalho são rescindidos. Neste momento, é hora de procurar uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Segundo a consultora, o profissional deve colocar no currículo o nome e tempo de atuação naquela empresa, mas não deve citar que ela faliu. Esse anúncio tem de ser feito somente durante o processo seletivo.

“A pessoa deve ser verdadeira. O profissional tem de estar seguro que a empresa não faliu devido à sua falta de competência, mas por causa de problemas financeiros, administrativos, entre outros. Ele é só uma peça do processo”, declara.

O processo de falência de algumas empresas também é acompanhado por outras do mercado e também pelos veículos de comunicação, por isso, é comum que alguns recrutadores já saibam sobre o ocorrido.

Para ajudar na recolocação, é indicado que o profissional peça uma carta de recomendação ao antigo chefe. “O mais importante é ter segurança em si próprio. Algumas empresas até procuram fazer um trabalho de recolocação para profissionais com cargos de gerentes”, afirma Karla.

Direitos

No processo de falência, muitas empresas atrasam o pagamento de salário, décimo terceiro, hora extra, entre outros direitos e benefícios. Caso a empresa não reconheça essa dívida, é indicado que o profissional procure a Justiça.

“O profissional tem de ajuizar uma ação na Justiça do Trabalho para poder habilitar esse crédito junto ao processo de falência”, explica o sócio do escritório Teixeira Martins Advogados, Cristiano Zanin Martins.

Após essa contemplação, a Justiça faz um levantamento dos bens e das dívidas da empresa e inicia um processo de vendas para poder liquidar as dívidas existentes.

Entre os credores, a legislação dá preferência pelo pagamento dos créditos trabalhistas. O sócio do escritório Leite, Tosto e Barros Advogados, Charles Isidoro Gruenberg, afirma que uma especificação é que os profissionais recebam até 150 salários mínimos.

“ O restante será recebido futuramente, não é considerado como privilégio. No processo, os credores só recebem se a empresa tiver bens”, finaliza o especialista.

FONTE: Administradores

87,5% das empresas usam Sistema de Gestão Ambiental

setembro 24, 2010  
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No Brasil, 71% de 1.227 empresas fazem uma gestão ambiental. O índice é ainda maior entre as grandes empresas (94,9%), mas diminui quando se trata das pequenas (61%). Os dados são do levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que fez uma sondagem com 677 pequenas, 367 médias e 183 grandes companhias entre os dias 5 e 19 de abril.

Entre aquelas que declararam adotar procedimentos como economia de energia elétrica e reutilização da água, 87,5% contam com um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) – que compreende processos com certificação internacional. Os destaques dos programas do SGA são: redução na geração de resíduos (80,1% das empresas), o uso eficiente de energia (69,5%), a redução no consumo de água (58,3%), o uso de resíduos como matéria-prima ou insumo (45,9%) e a reutilização de água (43,6%). Falta ainda mais empresas com práticas capazes de proteger a fauna e a flora.

FONTE: Você RH

Brasil supera os EUA e atrai mais investidores

setembro 24, 2010  
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Ainda que os EUA continuem detendo o posto de maior economia do mundo, o Brasil, a Índia e a China são hoje os preferidos dos investidores. Foi o que mostrou a Bloomberg Global Poll, pesquisa realizada pela Bloomberg.

No último levantamento – realizado em junho deste ano - o país governado por Barack Obama ocupava o primeiro lugar no ranking das melhores economias para se investir.

Agora, no entanto, os investidores consideram a situação da economia norte-americana insustentável. Por isso, os 1.408 entrevistados para a pesquisa colocaram o Brasil e a China nos primeiros lugares como mercados que podem proporcionar ganhos potenciais em 2011. A Índia apareceu em terceiro, antes dos Estados Unidos, em 4º lugar.

FONTE: Você RH

Busca por emprego se tornou mais fácil no Brasil

setembro 21, 2010  
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Está cada vez mais fácil conseguir um emprego no Brasil. Não concorda? Bem, foi isso o que constatou uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A sondagem conjuntural feita mensalmente em mais de 2.000 domicílios de sete das principais capitais no país mostra que 10,9% dos entrevistados acham que hoje é fácil encontrar um espaço no mercado de trabalho. E esse é o maior índice já registrado desde que a pesquisa começou em setembro de 2005.

A pesquisa também revelou que 52,2% consideram difícil encontrar um emprego. É verdade que tal índice é alto, porém é um dos mais baixos da série. Só para se ter uma ideia, em 2009 71,8% achavam difícil conquistar um posto de trabalho e em 2006, 88,1%.

FONTE:Você RH

Redes sociais pouco utilizadas para buscas por emprego no Brasil

agosto 26, 2010  
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O Brasil está entre os dez países que mais acessam redes sociais no mundo. O País domina o Orkut, ao lado dos indianos. Ocupa o segundo lugar no Twitter e está avançando a passos largos no Facebook. Mas o internauta brasileiro anda bobeando na hora de explorar o potencial desses sites para encontrar estágio e emprego.

Do total de brasileiros que navega na web, 84% têm perfis em redes sociais por razões pessoais e apenas 33% entram nesses sites com objetivos profissionais, segundo uma pesquisa feita em junho pelo instituto Ibope.

Para especialistas ouvidos pelo jornal Estado de S.Paulo, quem usa Twitter, Facebook e Orkut apenas para se divertir está deixando oportunidades de lado, já que as redes sociais se transformaram em fonte básica de pesquisa para gestores de RH buscarem informações sobre candidatos, sejam estagiários ou gerentes.

Foi no Twitter que o publicitário Leonardo Curcino, de 25 anos, encontrou seu emprego atual, como diretor de arte na agência Rapp Collins Brasil. “A empresa anunciou a vaga, eu vi o tweet (mensagem) e rapidamente enviei meu currículo. Hoje estou mais bem posicionado no mercado”.

Cada um na sua rede. O serviço de microblog estourou este ano entre os brasileiros e hoje abriga todo tipo de internauta, de estudantes a candidatos a presidente. Já outras redes sociais têm perfis de usuários mais específicos: no Orkut, adolescentes são a maioria; universitários preferem o Facebook e o LinkedIn fica mais restrito ao mundo executivo.

E é justamente nesse site que devem ficar de olho os interessados em encontrar uma vaga via internet. Diretora executiva da escola Brazilian Business School (BBS), voltada para a educação executiva, Katherine de Barros conta que perfis no Facebook e no Orkut revelam a personalidade de um profissional, mas a principal ferramenta dos RH’s de grandes empresas é mesmo o LinkedIn.

“O perfil de uma pessoa no LinkedIn passou a ser a sua primeira impressão”, complementa o coordenador do MBA em Gestão Comercial da BBS, Marcelo Assumpção.

Formada em Pedagogia, Elaine Loureiro, de 34 anos, especializou-se na área de RH e criou um perfil no LinkedIn em 2007. Durante o período em que morou na Espanha para fazer o mestrado, ela manteve contatos profissionais no Brasil por meio do site.

“Quando voltei, há dez meses, um de meus contatos me informou sobre uma vaga na Gol (companhia aérea). Mandei o currículo e fui contratada em dois dias. Nem cheguei a procurar emprego”, lembra Elaine, que é gerente corporativa de RH. “Fiquei surpresa com a rapidez do processo. As redes facilitaram muito minha vida”.

Armadilhas

Mas a vitrine que as redes sociais oferecem podem ter o efeito contrário e acabar prejudicando o candidato a uma vaga. “O RH avalia seu comportamento nas redes sociais como sendo o mesmo da vida real e profissional”, diz o especialista em carreiras Renato Grinberg, do site Trabalhando.com. Por isso, recomenda-se bom senso, principalmente ao divulgar informações e fotos pessoais (veja quadro com dicas).

Para o professor de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marcelo Coutinho, os jovens tendem a encontrar muitas armadilhas em redes como Facebook e Twitter, pois elas privilegiam a postagem de fotos e mensagens. “A reputação é um ativo cada vez mais valorizado pelas empresas. E a maioria dos alunos da graduação ignora isso, porque ainda não foram muito expostos ao mercado de trabalho”.

FONTE: D24AM

Regiões NE e SE do Brasil concentram 60% dos migrantes, diz Ipea

agosto 24, 2010  
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As regiões Nordeste e o Sudeste do País concentram mais de 60% dos migrantes (aqueles que mudam de uma região para outra e dentro da própria região), de acordo com o estudo “Migração Interna no Brasil” divulgado nesta terça-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A pesquisa envolveu os anos de 1995, 2001, 2005 e 2008. O instituto utilizou para a análise dados do Instituto Brasileiro deGeografia e Estatística (IBGE) e considerou como migrantes aqueles que mudaram de Estado nos cinco anos anteriores a cada uma das datas usadas na pesquisa.

Segundo o estudo, em 1995 o número de migrantes se aproximava de 4 milhões de pessoas, ou 3% da população. Já em 2008, o total caiu para 3,3 milhões (1,9% da população). A pesquisa aponta que desde o começo da série (1995) até o ano de 2001, o fluxo do Nordeste para o Sudeste era maior que o fluxo inverso, situação que sofreu uma reviravolta nos sete primeiros anos desta década.

Em 2008, o fluxo entre as duas regiões voltou a ser favorável ao Sudeste. A pesquisa dá como uma das explicações para essa alteração uma mudança de perfil dos migrantes. Segundo o instituto, “os migrantes do Nordeste para o Sudeste já gozam de melhor situação, em termos de formalização do trabalho, que a dos próprios trabalhadores não migrantes da região Sudeste”.

A pesquisa revela que ainda que os fluxos migratórios não se dão apenas de regiões pobres para regiões ricas. A migração do Norte, por exemplo, é maior para o Nordeste do que para o Sudeste nos anos analisados. O documento informa que “a ideia comum de exportação da pobreza de regiões menos desenvolvidas para outras de maior poder e dinamismo econômico deve sofrer, então, restrições, ou melhor, qualificações, já que a proximidade também é um fator relevante para explicar os fluxos”.

Escolaridade
A pesquisa do Ipea mostra que a alta escolaridade do migrante, com 12 ou mais anos de estudos, aumenta nos anos analisados. O mesmo ocorre com não migrantes, embora em um ritmo menor. O estudo afirma que a escolarização aumenta a probabilidade de migração: o porcentual de migrantes com pelo menos 12 anos de estudo é maior que o de não migrantes nessa situação.

Na análise do que ocorre nas Regiões Nordeste e Sudeste é levada em consideração a distância da migração. O trabalho aponta que os mais escolarizados preferem migrar dentro da própria região, enquanto a decisão de mudar de região fica mais restrita aos menos escolarizados. O oposto acontece entre os migrantes das Regiões Sul e Centro-Oeste.

O Ipea diz que se deve avaliar a hipótese de que a migração inter-regional sofre efeitos da estrutura do mercado de trabalho, que, segundo o estudo, é mais aberta aos migrantes de menor qualificação. A pesquisa destaca a Região Sudeste, “capaz de absorver mão de obra de menor qualificação relativa vinda do Nordeste, enquanto o trabalhador mais escolarizado multiplica suas estratégias de mobilidade considerando o aumento do seu capital relativo no contexto da sua própria região”.

FONTE: Abril

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