10 dicas para falar em público

outubro 21, 2010  
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Arquivo Blog Mulher em Pauta

A jornalista Cristiane Moraes cita em seu blog 10 dicas para ajudar a falar melhor em público, evitar constrangimento e transmitir todo o conteúdo proposto. Veja abaixo:

1 – Prepare-se

Faça um pequeno roteiro das questões que vai abordar e o que gostaria de ensinar para o público. Como eu não tive muito tempo para isso acabei falando de alguns temas do próprio blog, como economizar nas pequenas coisas e planejar melhor os gastos. Mas adianto que essa não é a melhor alternativa porque perde a noção do tempo.

2 – Respire e Beba Água

Incrível como quando estamos em público a respiração acelera e a voz começa a sumir. Isso sempre acontece comigo e mesmo com muitos exercícios que aprendi na fonodióloga, nessa hora a única coisa que funciona é respirar e beber água para voltar ao ritmo de tempos em tempos, principalmente nos primeiros 10 minutos. Lembre-se que está aquecendo, então pegue leve com você.

3 – Confie e seja você mesmo

Se você está falando sobre um determinado assunto que escolheu e já estudou ou escreveu, domina o conteúdo e ninguém melhor do que você para falar sobre isso, não é mesmo? Acho que essa dica serve para quem vai apresentar uma monografia ou tese.

4 – Improvise

Se bater aquele branco ou o equipamento travar, todos vão perceber, então não precisa disfarçar. Converse com a plateia, tente fazer uma interação entre os participantes. Eu fiz isso, justamente porque não ter ideia do tempo que estava falando e foi ótimo. Elas me deram ótimas contribuições para direcionar o restante do bate papo.

5 – Conheça o público

Isso é muito importante porque vai mostrar que se importa com os ouvintes. Para mim essa parte acho que foi mais fácil, apesar de achar que muitas leitoras são jovens, eu tinha mulheres mais velhas me assistindo e foi estranho parecer estar ensinando, por exemplo, minha mãe como organizar as contas. Mesmo assim, não deixe isso te abalar ou desconcentrar.

6 – Dê exemplos

Fale das suas experiências ou se preferir de outra pessoa, mas é sempre bom que as pessoas se identifiquem com a situação para aproximá-la e criar laços.

7 – Forneça conteúdo

Se for falar sobre algo você estudou algo ou alguém, cite essas fontes, enriqueça com as informações  e mostre o caminho para eles conhecerem mais.

8 – Aceite o nervosismo

Já entrevistei palestrantes famosos que me confessaram que também ficam nervosos sempre antes de uma palestra. Então por que eu ou você não poderíamos ficar? Entenda que  falar em público é sempre diferente e que o suor nas mãos é totalmente compreensível.

9 – Jamais peça desculpas

Calma, não quero que seja rude, mas não se desculpe por problemas de saúde, pela voz rouca ou pelo sotaque. Isso só vai atrair mais atenção para o fato. Um exemplo prático disso é:  “não repare a bagunça”. Não tinha percebido, mas agora você olha para todos os cantos possíveis.

10 – Aproveite

Curta o momento e sinta a sensação gratificante de passar adiante algum conhecimento. Talvez para você não seja tão importante, mas para a outra pessoa pode fazer uma enorme diferença. Percebi isso quando as pessoas vieram se despedir de mim. Um simples exemplo que citei que foi “Como seria o seu dia perfeito” despertou em uma delas a vontade de planejar esse dia. Só esse exemplo já faz com que todo esse nervosimo, tempo e exposição valha a pena.

Veja mais no blog Mulher em Pauta

FONTE: Mulher em Pauta

Quer alavancar a sua carreira? Então saia da zona de conforto

outubro 19, 2010  
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Se perguntassem hoje como é seu desempenho na empresa em que trabalha, qual seria a resposta? Você faz a diferença ou prefere apenas fazer o mínimo exigido? Seus resultados estão frequentemente acima da média, ou somente “dão para o gasto”? Na hora de decidir, tem coragem para ousar, ou prefere apostar no de sempre e fazer o possível? Você se contrataria para um cargo acima do atual?

O ganhador do prêmio Nobel de Economia de 2002, Daniel Kahnneman, desenvolveu sua tese, baseado em 30 anos de estudos, sobre a irracionalidade nas decisões de consumo e investimento. Nomeada como “Prospect Theory”, a pesquisa revelou que as falhas e as distorções em nossos processos decisórios são regra, e não exceção como se pensa, e mostrou também que a maioria dos indivíduos costuma ficar satisfeita com avaliações superficiais.

Uma das distorções mais evidentes nessas avaliações é o exagero ao se tratar do próprio talento. Na média, as pessoas crêem serem mais honestas, capazes, inteligentes e justas do que as outras. Dão a elas mesmas maior responsabilidade por seus sucessos e menor por seus fracassos. As ilusões as levam a verem o mundo não como é, mas como gostariam que fosse, reforçando a tendência de se acomodarem cada vez mais.

A explicação analisada por Kahneman é que isso acontece porque temos dois sistemas de pensamento:

  • Sistema 1: quando estamos nesse modo de ação, as decisões que fazemos são rápidas, sem esforço, e potencializadas por emoções. São determinadas pelo hábito. Ao fazermos escolhas baseadas nesse sistema tomamos decisões precipitadas e muitas vezes ruins.
  • Sistema 2: aqui os pensamentos são baseados no raciocínio. É consciente, deliberado, analítico, lógico, racional. É mais lento, exige esforço, mas pode ser controlado. Este sistema dá mais trabalho, mas é muito mais seguro, principalmente em situações de risco.

Ao ficarmos no sistema 1, preferimos nos enganar e optamos por manter um trabalho igual ao dos outros que, consequentemente, gera resultados parecidos. Acreditamos em nossas mentes, no quão competentes elas nos fazem crer que somos, e não assumimos nossas responsabilidades naquilo que está dando errado. Sair da zona de conforto, onde os resultados são previsíveis, requer planejamento, dedicação e esforços mais intensos do que a média das empresas e das pessoas faz. Resumindo: mais tempo, coragem, honestidade consigo mesmo e muito mais trabalho.

Lembre-se: na maioria dos casos, ser bem sucedido é fazer mais e melhor, de forma consistente, e por um longo período. Tudo tem seu preço, e o do sucesso é bastante alto.Como diz o ditado popular, “a vida costuma ser dura para quem é mole!”. Ou seja, saia da zona de conforto, use mais seu sistema 2, e tenha uma boa (que será também longa) viagem em direção ao sucesso!

FONTE: Administradores

Qualidade De Vida No Trabalho

agosto 19, 2010  
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Vivemos numa sociedade em mudanças e num momento excitante para as organizações. A sociedade percebe que a Qualidade de Vida e a Saúde são ativos importantes, envolvendo dimensões física,intelectual, emocional, profissional, espiritual e social.

Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas. Baixa motivação, falta de atenção, diminuição de produtividade e alta rotatividade criam uma energia negativa que repercute na família, na sociedade e no sistema médico.

Segundo Domenico de Masi, vivemos e trabalhamos numa sociedade do futuro, mas continuamos a usar os instrumentos do passado.Felizmente, para algumas empresas inovadoras e conscientes, este cenário não faz parte de sua realidade atual.

As dez melhores empresas para se trabalhar (Guia Exame 2001) transformaram o ambiente de trabalho e a Saúde emocional e física em vantagem competitiva, tendo plena convicção estratégica de que quanto mais eliciar satisfação, mais retorno terão em produtividade, criando assim a visão de uma organização mais privilegiada, competitiva e equilibrada.

Definição

Segundo a Organização Mundial da Saúde, Qualidade de Vida é um conjunto de percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que vivem, e em relação a suas metas, expectativas, padrões e preocupações.

Objetivos

Programas de saúde é a ciência e a arte de ajudar pessoas a modificar seu estilo de vida em direção a um ótimo estado de saúde, sendo esta compreendida como o balanço entre a saúde física, emocional, mental, social e espiritual. (american journal, 1989). Continue lendo.

FONTE: RH Portal

Você já pensou em como evoluir?

agosto 17, 2010  
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Quando se pensa em evolução, não importa qual seja o objetivo almejado, é preciso que sejam revistos os pontos fortes e aqueles que podem ser desenvolvidos seja individual ou em equipe. Só assim, será possível sair de um determinado contexto e visualizar reais conquistas e até mesmo caminhos que devem ser evitados. Isso pode ser observado no dia a dia organizacional e exemplo ocorreu com a Papirus Indústria de Papel S/A, que após instituir em 2009 o processo de avaliação de desempenho entre seus colaboradores, abriu as portas para uma guinada na sua Gestão de Pessoas.

Naquele ano, todos os profissionais da empresa tiveram suas performances analisadas pelos seus respectivos gestores. Isso, por sua vez, culminou na criação do Plano de Desenvolvimento Individual que permitiu a identificação das necessidades de desenvolvimento pessoal e coletivo. O fruto desse trabalho culminou na criação do Programa Evoluir Papirus – que promove ações durante todo o ano.

A Papirus Indústria de Papel S/A é a primeira empresa do Brasil a usar aparas (sobras de papel) na fabricação de papelcartão reciclado. Fundada em 1952, a empresa a Papirus inaugurou sua fábrica na cidade de Limeira, a 131 quilômetros da capital paulista. Com 32 mil m2 de área construída e 544 mil m2, de área total, e 350 funcionários, a organização é responsável pela produção de 90 mil toneladas líquidas de papelcartão, por ano, distribuída por todo Brasil e ainda Europa, Ásia, América do Norte, Ásia e, principalmente, América do Sul. Da produção anual, a Papirus recicla 60 mil toneladas de aparas de papel, contribuindo para a preservação do meio ambiente. Continue lendo.

FONTE: RH.com.br

Hora de receber aumento!

agosto 9, 2010  
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Com a economia brasileira aquecida e as empresas crescendo, este é o momento perfeito para você negociar com seu chefe aquele reconhecimento que ficou congelado durante a crise do ano passado. Monte aqui uma estratégia matadora para ganhar mais.

Se você quer pedir um aumento ou negociar uma promoção, faça isso já. Poucas vezes em sua carreira você deve encontrar um cenário tão favorável. A previsão dos economistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça algo entre 6% e 7,5% neste ano. Só no primeiro trimestre de 2010 as companhias de capital aberto (exceto Vale e Petrobras) tiveram um lucro líquido 57% maior do que os números do mesmo período do ano passado, segundo dados da empresa de pesquisa Valor Data.

“Hoje, no Brasil, todos os setores estão crescendo muito, incluindo a indústria”, diz Carlos Alberto Ramos, professor do departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB). Um dos efeitos mais importantes desse crescimento é a criação de novos empregos. O Ministério do Trabalho estima que serão abertas 2,5 milhões de vagas em 2010. Outro efeito positivo deve ocorrer sobre os salários.

A Mercer, consultoria de recursos humanos, de São Paulo, estima que o salário base cresça em média algo entre 7% e 8% este ano, para compensar uma provável inflação de 5%. “Acho que está mais para 8%”, diz Christian Pereira, consultor sênior de capital humano da Mercer. Os bônus também devem aumentar: a estimativa é de que 80% das empresas paguem mais do que a meta estipulada.

As promoções também estão em alta, graças à escassez de gente qualifi cada. “Em fase de expansão, as companhias dão prioridade para o funcionário que elas já conhecem”, diz Vicente Picarelli Filho, consultor de capital humano da Deloitte. Se você atravessou a crise internacional, que durou até meados do ano passado, há mais um bom argumento para negociar com seu chefe: seu comprometimento com a empresa. Depois de muito esforço e corte de custos, a maioria delas fechou 2009 com bom desempenho. Continue lendo.

FONTE: Você S/A

10 indicadores de uma empresa socialmente responsável

agosto 9, 2010  
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Ao contrário do que se possa pensar, uma empresa socialmente responsável não realiza apenas trabalhos focados para quem está do lado de fora dos seus portões. Lógico que desenvolver ações para comunidades vizinhas, adotar instituições como asilos, creches, colégios públicos, criar programas educacionais para menores carentes, preservar o meio ambiente, entre outras, são atitudes de suma importância. Contudo, também é preciso olhar para as pessoas que estão dentro da corporação, ou seja, para os colaboradores. Seguem algumas ações que podem ser desenvolvidas internamente e que também caracterizam uma empresa socialmente responsável.

1 - Desenvolvimento de uma cultura corporativa, com foco para o fortalecimento das relações de trabalho. Quando uma empresa está preparada para dialogar com os representantes das classes sindicais abre espaço, para que se chegue a denominadores comuns que atendam tantos às suas expectativas quanto às dos trabalhadores.

2 - Estabelecer uma campanha interna de conscientização, a fim de que os profissionais abracem a ideia e entendam que uma empresa socialmente responsável não se faz apenas com boa vontade da diretoria. Mas, que cada integrante precisa ter ciência de que ele pode contribuir para a responsabilidade social.

3 - Programar atividades que visem à melhoria contínua da qualidade de vida do trabalho. Além de melhorar os índices de satisfação interna, a empresa também poderá reduzir o turnover e os percentuais de absenteísmo.

4 - Transparência na comunicação interna/externa é fundamental para que a empresa conquiste a credibilidade junto aos seus profissionais e, consequentemente, os stackholders e a sociedade como um todo.

5 - Enfatizar nas campanhas internas que ações socialmente responsáveis não correspondem a atividades filantrópicas. Continue lendo.

FONTE: RH.com.br

10 dicas estratégicas para contratar o profissional certo

agosto 2, 2010  
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Uma vaga surge na empresa. O departamento de RH é acionado para realizar um processo seletivo, mas uma observação é feita pela liderança que ficará responsável pelo colaborador recém-contratado: “Encontre a pessoa certa, pois as atividades são de extrema relevância ao negocio”. Seria ótimo que todo selecionador tivesse uma “bola de cristal” ou uma “varinha de condão” para encontrar o profissional perfeito para aquele cargo. Como não é possível usar recursos dos contos de fadas, o responsável pelo processo de R&S pode valer-se de algumas precauções que aumentarão significativamente as chances de contratar o talento que tanto a empresa necessita. Confira dez dicas que podem ser valiosas em uma seleção.
1 - Converse antecipadamente com o gestor que solicitou o preenchimento da vaga. Seja objetivo e pergunte diretamente quais as competências técnicas e comportamentais que ele considera indispensáveis para o profissional que será contratado.

2 - Saiba qual a real razão que levou a vaga ficar em “aberto”. Isso ocorreu por que o funcionário não atendia as expectativas da empresa, foi convidado pela concorrência ou ocorreu algum outro motivo? Não esqueça de que para atrair e reter talentos, a área de RH deve estar atenta a todos os detalhes, inclusive no processo de R&S.

3 - Utilize o banco de dados para ver se há algum colaborador que atua na empresa e que pode ser transferido de departamento. Valorizar a Prata da Casa tem vantagens, pois além do reconhecimento do talento, o profissional já está integrado à cultura da empresa. Lembre-se que há casos de profissionais recém-contratados que são desligados da companhia, por não se adaptarem aos valores organizacionais.

4 - Leia atentamente os currículos dos candidatos, antes de convidá-los para comparecer para uma entrevista. Isso porque não são raros os casos de profissionais que comparecem a um processo seletivo e quando sentam para conversar com o selecionador, foram convidados para concorrer a uma vaga que nada tem a ver com seu perfil. Quando o volume de currículos é significativo, pode ocorrer erro no momento de “catalogar” os profissionais por área de interesse/atuação. Continue Lendo.

FONTE: RH.com.br

Fazer o que gosta ou gostar do que faz?

julho 30, 2010  
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Certa vez, em artigo para a revista Veja, Stephen Kanitz escreveu que as empresas contratam profissionais para fazer o que a comunidade acha importante ser feito, não aquilo que os funcionários gostariam de fazer, que normalmente é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia.

Será que isso quer dizer que estamos fadados a trabalhar em algo que não gostamos em nome da sobrevivência?

Se todos nós fizéssemos somente o que gostamos, quem faria o tal do “trabalho sujo”? Aquilo que ninguém quer fazer e que é extremamente importante para o bom funcionamento das empresas, estados e comunidades?

O trabalho ideal deveria ser aquele que reúne três premissas básicas: gostar, fazer bem feito e conseguir ser bem remunerado pelo que se faz.

Se você só gosta de seu trabalho e o faz muito bem, mas o mercado não está disposto a pagar por ele, você não tem mais do que um hobby. Se você gosta do que faz e o mercado está disposto a pagar pelos seus serviços, mas te falta competência, em breve você será superado por competidores mais efetivos. Por fim, se você é muito bom no que faz, é bem remunerado, mas detesta fazê-lo, possivelmente esse trabalho terá vida curta, pois você vai logo se desmotivar ou até mesmo ficar doente.

O que fazer se minha atividade profissional não é exatamente o trabalho dos meus sonhos? Qual o trabalho ideal? Seria aquele em que seguimos nossos princípios e valores que, uma vez fundidos um ao outro seriam transfigurados em metas de carreira?

Isso existe?

Uma boa dica para começar a gostar mais do que se faz é procurar conhecer melhor tudo o que envolve o seu “ganha-pão”. Esteja sempre atualizado, estude, leia, aprofunde seus conhecimentos em sua área de atuação. Já reparou que, à medida que sabemos mais sobre um determinado assunto passamos a gostar mais dele?
Confúcio, filósofo chinês, disse: “escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”.

Antes de jogar tudo para o alto e mudar de carreira, que tal aprender a amar seu trabalho, buscando mais conhecimento sobre sua área, desenvolvendo competências necessárias para executá-lo bem e finalmente, fazendo-o muito bem feito?

Assim você será mais feliz no trabalho e fora dele, e vai gostar ainda mais de jogar futebol e tomar seu chope na praia.

FONTE: Você S/A

Seja objetivo sem escrever pouco

julho 29, 2010  
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No mundo corporativo, o excesso de objetividade pode ser tão pecaminoso quanto a falta dela. Ao contrário do que muitos pensam, objetividade não significa escrever ou falar pouco. De forma geral, atingir o nível ideal entre o detalhamento abusivo e a falta de dados importantes depende da capacidade de síntese da pessoa que quer passar a informação.

Resumir tudo nem sempre pode ser uma saída inteligente para os executivos que desejam economizar tempo. Muito pelo contrário. Uma informação extremamente reduzida e mal sintetizada pode representar a necessidade de uma nova troca de mensagens. Na prática, isso significa gasto de tempo não previsto.

De nada adianta falar pouco ou escrever sucintamente se a informação não for transmitida de forma adequada. No ambiente corporativo, isso é uma prática muito comum, pois muitas vezes executivos e líderes têm de explicar pelo telefone o conteúdo expresso em um e-mail mal-escrito. Basicamente, isso significa perder tempo refazendo uma comunicação que já deveria ter sido clara desde o primeiro contato.

A busca incessante pela economia de tempo criou um montante de profissionais que peca pela falta de informação em seus textos. Com a necessidade de escrever pouco para ganhar tempo, muitos deixam de lado detalhes importantes. E essa falta, ao contrário do esperado, gera a necessidade de refazer todo o processo de comunicação. Continue Lendo.

FONTE: Você S/A

Diferencial

fevereiro 1, 2010  
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Por Janine Dorta

É incrível como todos nós queremos um diferencial próprio para sair da sombra da mesmice, mas verdadeiramente quantos de nós mudamos nossas atitudes para a real busca desse diferencial ou do tão desejado sucesso?

Ouço sempre pessoas reclamando de como a vida é difícil, de como as coisas não acontecem, como elas não têm tempo, afinal sempre trabalharam, acordaram cedo, entraram no horário, terminaram o expediente e foram para suas casas ou para a faculdade, e aos finais de semana fazem programas básicos com a família ou com o namorado, um cinema, uma pizza, nada de luxo e mesmo assim a vida parece pedir mais delas, pois não conseguem crescer profissionalmente, não conseguem tirar as férias dos sonhos, parece que tudo que fazem é para o outro e nada lhe sobra de realmente interessante.

Para mim a resposta é óbvia, nada lhe sobra de interessante, porque você determinou o quanto desinteressante é, que nem mesmo você aposta em você.

Um exemplo simples a esse respeito, uma pessoa que fuma um maço de cigarros por dia, ela sabe que o cigarro faz mal, que com o tempo terá problema pulmonar (médicos e remédio), dentes amarelados(dentistas), seu paladar se perde e essa pessoa gasta em um ano R$ 720,00 em um veneno que ela se presenteia diariamente, vamos lá quem não iria muito bem para uma praia ou passar 3 dias muito em um hotel fazenda com esse dinheiro?!

Isso sem falar nos juros, se todo mês essa pessoa colocar R$ 60,00 reais na poupança, isso falando de viagens, agora poderíamos falar também em comprar ações que podem dar um lucro anual de 20% oque não é nada mal perto dos 6% ou 7% que a poupança renderia, ou pagar uma viagem internacional conhecer novas culturas, novo idioma.

Veja bem eu falei do cigarro, mas isso pode envolver o refrigerante diário, a cervejinha, coisas que diariamente nos farão mal, que podem muito bem passar apenas para os finais de semana, ou um dia de comemoração, ninguém aqui está falando para que se corte as pequenas delícias da vida, mas que pensem no amanhã, que além de pagar impostos e pagar todas as contas, se pague também, invista em você, em seu futuro, em suas férias, em um novo curso, se planeje em curto e longo prazo, se valorize para ser valorizado, tire um dia da semana ou pelo menos 4 horas desse dia para fazer algo por você, vá a casa do seu amigo ou amiga, vá jogar bola, passear no parque,fazer as unhas, vai dar risada, matar suas saudades, manda o namorado ou namorada fazer o mesmo, vocês ainda se amaram no dia seguinte e se valorizaram mais ainda, não se engane a maioria dos relacionamentos acabam não por falta de amor, mas por falta de admiração, por falta de saudade e de paixão, aquela paixão que só encontramos nas pessoas que se dão valor.

Hoje em dia as pessoas que estão se sobressaindo estão mostrando esse diferencial, elas lutam por seus sonhos e elas acreditam na realização deles, seja você uma delas, não pelo outro mais por você, acredite no seu diferencial e se diferencie dessa loucura mecanizada que a maioria se tornou.

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