Como a obesidade pode atrapalhar sua carreira

fevereiro 6, 2012  
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Como a obesidade pode atrapalhar sua carreira

Segundo pesquisa, 8,2% dos recrutadores evitam contratar candidatos obesos.

De acordo com pesquisa realizada no ano passado pelo site de emprego Catho Online, 8,2% dos recrutadores afirmam que evitam contratar candidatos obesos. O dado pode indicar que, dependendo do cargo e da empresa, os “quilinhos a mais” fazem, sim, a diferença.

De acordo com especialistas, não é que os candidatos obesos percam pontos ao serem comparados com outros. Mas, geralmente, os mais esbeltos podem ter chances de se destacar mais. “É como se todos os candidatos estivessem lado a lado em uma fila e os não obesos dessem um passo à frente”, afirma Leandro Muniz, gerente da empresa de recrutamento Michael Page em Curitiba.

Em alguns casos, “o candidato obeso que chega à entrevista ofegante, passando mal, suando, acaba demonstrando uma fraqueza na saúde”, diz Renata Mello, especialista em etiqueta empresarial.

“A saúde está associada a estilo de vida, de hábitos e a maioria dos obesos tem maus hábitos”, afirma com Ricardo De Marchi, médico, presidente da CPH Health e autor do livro “Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho”. A obesidade, muitas vezes, vem atrelada com doenças como pressão alta, colesterol elevado, diabetes e sedentarismo.

E isso pode, muitas vezes, influenciar diretamente na produtividade profissional. Pesquisa realizada nos Estados Unidos aponta que o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) está diretamente ligado à frequência das faltas ao trabalho dos funcionários.

O estudo acompanhou 4.153 funcionários da Shell durante quase dez anos. No período, aconteceram 132,8 ausências no trabalho para cada mil funcionários que apresentavam peso normal; 193,5 faltas para cada mil que estavam acima do peso e 239,7 para cada mil obesos.

“Cuidar da alimentação, ter uma regularidade nos treinos acabam ajudando o profissional a conhecer outras pessoas e pode influenciar positivamente em sua carreira”, afirma Muniz.

Fonte: Exame

5 dicas para tornar a sua rotina de trabalho mais apaixonante

fevereiro 1, 2012  
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Especialista ensina quais são as atitudes que podem acabar com o tédio – e a falta de sentido – no seu expediente.

Há quem faça dos dias úteis uma verdadeira contagem regressiva para que o fim de semana chegue logo. Motivo? A paixão por aquilo que faz já se foi há muito tempo. No lugar, sobraram uma sucessão de tarefas e horas entediantes, sem muito sentido como um todo.

Mas, de acordo com especialistas, é possível mudar este cenário e se apaixonar pelo seu trabalho novamente – mesmo que sua carreira não esteja entre as mais felizes. Confira cinco dicas práticas para você tomar ainda hoje e começar a próxima semana, o mês e (para alguns) até o ano, com uma nova perspectiva sobre a maneira como você lida com os dias que compõem a sua carreira:

1. Assuma a própria pele:

De acordo com os especialistas, o primeiro passo para transformar a sua rotina de trabalho e torná-la digna de olhos brilhantes é compreender a si mesmo.

Você precisa definir claramente quais são seus talentos e paixões. Em outros termos, aquilo que você faz com excelência e o que move você.

“Muitas pessoas querem ser algo que não conseguem, fingem ser o que não são e passam a viver na mentira”, diz a psicoterapeuta Claudia Riecken, presidente da Quantum Assessment.“Você tem que ser de verdade. Tem que se aceitar e se sentir à vontade na própria pele”.

2. Faça amigos:

Essa é a base, segundo a especialista, para que você possa ter um bom relacionamento com as pessoas que passam boa parte dos dias úteis ao seu lado.

Segundo a especialista, aceitar seus colegas de trabalho e manter um relacionamento harmonioso com eles é outra atitude essencial para que sua rotina profissional seja mais leve.

“A ideia é integrar o sentido da amizade com o propósito do trabalho em si. Não é separar, fazer da amizade o oásis e o trabalho, o deserto”, diz.

3 Assuma desafios:

Ciente de seus talentos, não tenha medo de assumir os desafios que aparecerem na sua área de atuação. “Estar na zona de conforto não é problema, é importante estar confortável em algumas situações. O perigoso é ficar estagnado”, afirma a especialista.

De acordo com ela, os desafios profissionais assumem um papel de mola propulsora de qualquer carreira.

“Eles animam seu espírito e corpo para se desenvolver”, afirma. “Se você não colocar seus talentos no mundo, eles viram sintomas que podem ser desde uma dor de cabeça até um trabalho que não é mais apaixonante”.

4. Esteja pronto para aprender:

Neste processo, tenha disposição para aprender. “Uma aprendizagem nova nos faz sentir mais preparado para a vida. É quase como se fosse um prêmio por estar aberto para o desenvolvimento”, afirma a especialista.

5. Tome a iniciativa:

Agora, não espere apenas por políticas da área de recursos humanos para melhorar a sua rotina. Deve partir de você a iniciativa para tornar o seu trabalho mais motivador.

“O mundo precisa de pessoas que estejam dispostas a mudar o ambiente. A assumir a postura de líder, independente da posição que ocupa”, diz a especialista.
Fonte: Exame

Como aprimorar a habilidade de ouvir efetivamente

fevereiro 1, 2012  
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Como aprimorar a habilidade de ouvir efetivamente

Para ter êxito no seu trabalho, líderes devem escrever, falar e ouvir efetivamente. Para Pablo Aversa, especialista em carreiras e sócio-fundador da Alliance Coaching, ouvir efetivamente talvez seja a mais importante dessas três habilidades, considerando que os executivos são demandados a fazê-lo com significativa frequência, mas também é, provavelmente, a aptidão mais difícil de dominar. O especialista compartilha as técnicas que os líderes podem utilizar para aprimorar essas habilidades:

1. Concentre-se no que os outros estão dizendo: Quando está ouvindo alguém, você normalmente se vê pensando numa tarefa cujo prazo de entrega está se esgotando? Ou mesmo numa questão familiar importante? No meio de uma conversa, você percebe às vezes que não ouviu uma única palavra do que a outra pessoa falou? Pois é, a maior parte dos indivíduos fala numa velocidade entre 175 e 200 palavras por minuto. Entretanto, pesquisas sugerem que nós somos capazes de processar palavras numa velocidade de 600 a 1.000 palavras por minuto. O papel do líder hoje em dia é muito rápido e complexo e, considerando que o cérebro não utiliza toda a sua capacidade ao ouvir, a mente do líder talvez devaneie pensando em perguntas e explicações que ainda estão por vir, em vez de ouvir a mensagem presente. Essa energia mental não utilizada pode ser uma barreira para ouvir efetivamente, fazendo com que o líder perca ou interprete mal o que os outros estão falando. É importante, portanto, que o líder se concentre naquilo que os outros estão dizendo, de forma que uma comunicação efetiva possa se estabelecer.

2. Envie a mensagem não-verbal que você está ouvindo:  Quando alguém está falando com você, você mantém contato visual com essa pessoa? Você demonstra para quem fala que está ouvindo, balançando afirmativamente a cabeça? Sua linguagem corporal transmite a mensagem que você está ouvindo? Você se inclina para frente e não utiliza suas mãos para brincar com objetos? A maior parte dos peritos em comunicação concorda que as mensagens não-verbais podem ser três vezes mais poderosas que as mensagens verbais. Uma comunicação efetiva fica difícil sempre e quando você envia uma mensagem não-verbal de que não está realmente ouvindo.

3. Evite conclusões prematuras: Ao ouvir, você frequentemente realiza julgamentos imediatos sobre o que o outro está falando? Você assume ou imagina o que o outro vai falar a seguir? Às vezes, você descobre mais tarde que errou na correta interpretação do que o outro estava lhe dizendo? Considerando que o ouvinte pode escutar numa velocidade maior que aquela com a qual a maior parte dos locutores fala, existe uma tendência a concluir rápido demais. Essa tendência é, talvez, o maior obstáculo para ouvir efetivamente. É especialmente importante evitar conclusões prematuras, quando se ouve uma pessoa com a qual você não concorda. Quando os ouvintes começam a discordar da mensagem enviada, eles tendem a interpretar mal o restante da informação e a distorcer o significado originalmente pretendido, de forma que ela seja consistente com as suas próprias crenças.

4. Evite ficar defensivo: Você alguma vez levou para o lado pessoal o que outra pessoa falou, quando aquilo que ela dizia não tinha nenhuma conotação pessoal? Você alguma vez ficou zangado em relação ao que outra pessoa disse? Ouvir cuidadosamente não significa que você sempre vai concordar com o ponto de vista do outro, mas significa, sim, que você vai tentar ouvir o que a outra pessoa está dizendo sem ficar exageradamente na defensiva. Tempo demais gasto explicando, elaborando e defendendo sua decisão ou posição é um sinal seguro de que você não está ouvindo. Isso ocorre porque seu papel mudou, de um posicionamento no qual você ouve para outro no qual você convence os demais de que estão errados. Depois de ouvir uma posição ou uma sugestão com que você não concorda, simplesmente responda com algo do tipo: “Entendo o seu ponto. Apenas discordamos nessa questão.” Ouvintes efetivos podem ouvir calmamente outra pessoa, mesmo quando ela está discorrendo críticas injustas.

5. Parafraseie: Parafrasear é a arte de colocar em suas próprias palavras aquilo que você considera que ouviu e dizê-lo de volta ao locutor. Por exemplo, um subordinado pode dizer: “Você foi injusto ao me dar uma nota tão baixa na minha avaliação de desempenho. Você me avaliou abaixo do João. Eu posso fazer o trabalho melhor do que ele e, além disso, estou há mais tempo aqui.” Parafraseando uma resposta seria: “Vejo que você está transtornado em relação à sua avaliação. Você acha que foi injusto eu ter avaliado você desse jeito.” Parafrasear é uma excelente técnica para melhorar suas habilidades de ouvir e resolver problemas. Primeiro, porque você tem de ouvir com muito cuidado, caso deseje parafrasear exatamente o que ouviu. Segundo, porque uma resposta parafraseada vai deixar claro para o locutor que a mensagem dele foi corretamente recebida e encorajá-lo a expandir aquilo que está tentando comunicar.

6. Ouça (e observe) sentimentos: Ao ouvir, você se concentra apenas nas palavras que estão sendo ditas ou também se concentra na forma como elas estão sendo ditas? O modo como o locutor se posiciona, o tom de sua voz e a inflexão que utiliza, bem como o que está fazendo com as mãos, tudo isso faz parte da mensagem que está sendo enviada. Uma pessoa que altera sua voz está provavelmente zangada ou frustrada. Alguém olhando para baixo enquanto fala está provavelmente sem graça ou envergonhado. Interrupções podem sugerir medo ou falta de confiança. Quem faz contato visual e se inclina à frente está, em princípio, exibindo confiança. Discussões podem refletir preocupação. Silêncio inadequado pode ser sinal de agressão e ser entendido como punição.

7. Faça perguntas: Quando está ouvindo uma mensagem, você geralmente faz perguntas? Você tenta esclarecer o que alguém lhe disse? Ouvintes efetivos se asseguram de que escutaram corretamente a mensagem que está sendo enviada. Faça perguntas para esclarecer pontos ou para obter informação adicional. Questões abertas são as melhores. Elas demandam que o locutor passe mais dados. Formule suas perguntas de modo que fique claro que você ainda não chegou a nenhuma conclusão. Isso vai assegurar quem envia a mensagem de que você só está interessado em obter mais e melhores dados. E, quanto mais informações você, como ouvinte, tiver, melhor poderá responder à comunicação do locutor.


Fonte:
RHCentral

Você sabe como contratar um bom funcionário?

janeiro 30, 2012  
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Você sabe como contratar um bom funcionário?

Saiba quais os pontos que devem ser abordados em uma entrevista e como você pode descobrir mais coisas sobre os candidatos.

A revista Entrepreneur deu dicas para quem quer contratar um bom funcionário para uma empresa, seja ela de pequeno ou grande porte. Segundo a publicação, existem três questões essenciais quando você está prestes a contratar um funcionário: ele pode fazer o trabalho? Ele fará o trabalho? Ele irá se ajustar à cultura organizacional da empresa?

De acordo com a revista, é importante se lembrar de que você é um expert no assunto e, especialmente, na sua empresa. Por isso, você deve perguntar exemplos de trabalhos já realizados, dar aos candidatos desafios hipotéticos e prestar o máximo de atenção em como eles resolvem problemas. Outra dica é dar pequenas tarefas a serem realizadas durante as entrevistas. É possível até pedir que eles completem um projeto, por exemplo.

Já se você vai contratar alguém que não tem nada a ver com a sua área, o ideal é ter em mente o que você espera que este profissional execute. Se você é um publicitário e precisa contratar um programador para desenvolver um aplicativo, esboce o app e conte para o candidato como você quer que ele seja. Então, pergunte para o possível funcionário como ele desenvolveria sua aplicação. Faça anotações e use as ideias deste primeiro concorrente para desafiar os demais.

Assim que você entrevistar diversas pessoas, será fácil de compreender as metodologias existentes para a criação do aplicativo e, mais ainda, qual é a pessoa ideal para realizar este trabalho.

Um ponto que se deve considerar sempre é se o candidato terá motivação para exercer a função. Então, não se esqueça de questionar: quão comprometido ele é? Por que ele está animado para trabalhar aqui? Para isso, é necessário fazer perguntas que expressem seus gostos e desgostos, além de coisas que eles são apaixonados e coisas que não fariam de jeito nenhum. Criar situações hipotéticas para descobrir a ética e honestidade do candidato também é essencial.

Fora isso, durante a entrevista, é bom saber quais são os sonhos e aspirações profissionais da pessoa. Questione ainda o que a palavra “sucesso” significa para ele e peça para que o candidato se coloque no lugar de algum executivo importante, como o presidente executivo do Google, por exemplo. Pergunte quais atitudes ele tomaria em certas situações e o que ele mudaria na empresa para torná-la ainda melhor.

De acordo com a publicação, em cerca de 60 minutos de entrevista é possível conhecer bastante o convidado e ter uma boa noção se esta pessoa vai se encaixar para a vaga em questão.

Gostou das dicas? Se você tem alguma tática na hora da contratação, conte para nós nos comentários abaixo. E se você está do outro lado da história, leia aqui uma matéria que dá dicas de como buscar empregos nas redes sociais.

 

Fonte: OlharDigital

Carreira em web: só fica offline quem quer

janeiro 30, 2012  
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Carreira em web: só fica offline quem quer

É preciso pessoal qualificado para cuidar das várias profissões que surgiram com o crescimento da internet.

* Marcelo Loschiavo

Você nem mesmo terminou de ler o título deste artigo e cinco novos blogs foram criados em alguma parte do planeta. Isso mesmo: no mundo virtual, nasce um blog por segundo. No total, estima-se que passou do trilhão o número de sites de internet e até 2012 seremos 2 bilhões de internautas. Esses dados ilustram a velocidade com que a Internet passou a fazer parte e modificou nossas vidas e o próprio mercado de trabalho.

Uma revolução que começou no Brasil há menos de 20 anos e ajudou a criar hábitos, culturas, tecnologias, formas de comunicação e expressão, tendências, necessidades e até profissões. Só para programadores de softwares e desenvolvedores há mais de 70 mil vagas no País e a estimativa é que esse número triplique até 2013.

É preciso pessoal qualificado para cuidar dos lay-outs, da navegabilidade e do conteúdo de todas as páginas de internet, blogs e mídias sociais. Tanto que é inconcebível nos dias de hoje que um site criado há dois, três anos continue igual, sem alteração no seu projeto. Nesse período, mudaram a linguagem de programação, a navegabilidade e a própria forma de o internauta se relacionar com a internet. Enquanto escrevo, novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e as que já existem, aperfeiçoadas.

A capacidade de adaptação e a criatividade são alguns dos requisitos para fazer carreira na área. Sem contar a agilidade para acompanhar as ondas que vêm e vão. Hoje vivemos a Web 2.0, amanhã o que vai ser? O Orkut no Brasil foi um fenômeno mundial. Hoje todo mundo quer “curtir” no Facebook. A necessidade de estar sempre atento e atualizado reflete na corrida por cursos, palestras e workshops para tentar antecipar as tendências.

Isso porque em web não existe o “clínico geral”. O primeiro passo para tornar-se atraente neste mercado é definir uma área de especialização. Os experts são disputados a peso de ouro. Os salários em web podem começar em R$ 2 mil para estagiários e chegam rápido aos dois dígitos, dependendo do nível de conhecimento do profissional.

Entre as quatro principais profissões do segmento de web atualmente, podemos destacar duas mais conhecidas, como webdesigner e programador ou desenvolvedor. Há ainda o estrategista de conteúdo, que é responsável por maximizar o impacto da comunicação na web, de acordo com o objetivo, e tem uma visão geral, que envolve pesquisa, estratégia editorial, gestão, produção e otimização de conteúdo, além da avaliação de resultados.

A que deve ter uma das maiores demandas é também a mais recente. O analista de mídias sociais surgiu para suprir a necessidade das empresas de se expressarem no mundo virtual por meio das redes sociais, como Twitter, Facebook e YouTube. Sua função é produzir conteúdo e fazer a interface entre a empresa e o cliente.

Muitas empresas já vivem essa realidade. A maioria, porém, não se mexe por receio de abrir o canal e receber reclamações. Parafraseando o inventor norte-americano Benjamin Franklin, que disse que as únicas duas certezas na vida são a morte e os impostos, eu incluiria a terceira: reclamações de consumidores. Saiba que elas virão, independentemente de os canais virtuais existirem ou não.

Há nas redes sociais muitos casos de clientes insatisfeitos ignorados pelos fornecedores, que expuseram seu problema na rede, na forma de vídeos no YouTube, perfis no Twitter ou blogs, criando um movimento negativo gigantesco. Se as companhias tivessem o canal aberto e bem administrado, teriam interagido com o cliente antes de o estrago ser feito. Hoje quem fala na internet grita para multidões.

Abrir esse canal, mantê-lo vivo e dinâmico, tornou-se estratégico, porque ele divulga e vende o produto, tira dúvidas, interage com os consumidores e protege a empresa, com uma característica que vira um diferencial na conquista e fidelização do cliente: a transparência. As empresas não podem mais ignorar a força da internet, o que criará milhares de oportunidades de trabalho.
E você, vai correr o risco de ficar offline?

* Marcelo Loschiavo é sócio-diretor do DRC Treinamentos

Fonte: OlharDigital

Um mundo doente, por Tom Coelho

janeiro 27, 2012  
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Um mundo doente

* por Tom Coelho

“A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.” (John Dewey)

Crise na Europa e nos Estados Unidos, queda de governos árabes, discussões sobre o aquecimento global. As doenças que acometem o mundo não são de ordem econômica, política ou ambiental. Nossas mazelas são de caráter social. A sociedade está enferma.

As pessoas estão fisicamente doentes. Caminhe por uma praia e observe a condição dos banhistas para constatar a falta de cuidados com o próprio corpo, fruto de vida sedentária, alimentação desregrada, ausência de atividade física. Não é à toa que obesidade, hipertensão arterial e doenças coronarianas crescem vertiginosamente.

As pessoas estão mentalmente doentes. Ansiedade, angústia, transtornos de humor. Como prova do que digo, observe a proliferação de drogarias por todo o país. E mais do que o número de novos estabelecimentos, a frequência maciça de consumidores. Não importam dia e horário, invariavelmente você encontrará filas nos caixas. Gente comprando de medicamentos para as dores do corpo, a ansiolíticos e antidepressivos.

As relações sociais estão doentes. Temos cada vez mais amigos virtuais, mas continuamos sem conhecer o vizinho que reside há anos na porta ao lado. Familiares não comungam de uma mesma refeição, pais e filhos pouco conversam, casais de amigos em um encontro pessoal trocam a autenticidade de um diálogo pela efemeridade de tuitadas em seus smartphones.

As empresas estão doentes. Mesmo quando lucrativas, sofrem com crises de liderança, dificuldades para engajar seus funcionários e reter talentos, dilemas morais para alinhar discursos institucionais às práticas corporativas.

Valores e virtudes estão doentes. Intolerância, egoísmo e cupidez suplantam condescendência, generosidade e gentileza. Prevalece a ética do interesse pessoal em detrimento do coletivo.

No dia seguinte ao réveillon, na praia, no campo ou nas ruas das cidades, o cenário era de guerra. Lixo por todos os lados. Garrafas despedaçadas, deixando cacos de vidros infiltrados na mesma areia onde crianças inocentemente iriam brincar ao raiar do dia.

Nossos problemas não são conjunturais, mas estruturais. E a solução passa por reflexão, educação e cultura.

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outros cinco livros.

Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

4 dicas para se tornar um profissional global

janeiro 25, 2012  
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4 dicas para se tornar um profissional global

Especialistas recomendam focar para obter a proficiência da língua inglesa e vivenciar outras culturas.

O que é preciso para trabalhar na Índia, China, Europa ou nos Estados Unidos? Além da vontade, domínio de mais de um idioma e capacidade de se adaptar em diferentes culturas organizacionais. Estes são pré-requisitos para qualquer profissional que queira se aventurar mundo afora.

“O mercado busca profissionais com boa formação acadêmica, partindo do pressuposto que o inglês esteja no currículo, esperam o domínio de uma segunda ou terceira língua”, explica Ana Guimarães, gerente da divisão da FSG da Robert Half.

1 – Descubra qual é o seu objetivo:

Para Augusto Puliti, diretor executivo da Michael Page, o profissional deve fazer uma autoanálise para identificar quais competências técnicas e comportamentais julga que precisa melhorar ou não. A reflexão é indispensável, porque muitas vezes, o profissional deseja trabalhar no exterior, mas não necessariamente se mudar com a família e permanecer lá.

2 – Analise as oportunidades internacionais de sua empresa:

Entenda como é a atuação da sua empresa internacionalmente. “Há companhiasque trabalham com projetos de curta duração e outras que demandam que o profissional viaje a cada duas semanas. É preciso saber claramente o que você quer buscar com a experiência e para onde quer ir”, explica Puliti.

3 – Invista em cursos de idioma:

Inglês é imprescindível. O espanhol entra no segundo lugar na língua que deve constar em um currículo, seja pela importância que o Brasil tem na América Latina quanto para atuar nos Estados Unidos ou Europa. Além de ser o meio de interlocução no local, é preciso entender as demandas de um projeto ou tarefa sem a necessidade de um tradutor ou auxílio de um dicionário.

Especialistas afirmam que é melhor ter completo domínio na língua inglesa do que saber um francês básico e um inglês de nível intermediário. “A pessoa tem que ter facilidade para se comunicar com outras pessoas que também não possuem o inglês como língua nativa, como é o caso de alguns europeus e asiáticos”, afirma Márcia Almström, diretora de Recursos Humanos da Manpower Brasil.

4 – Estude sobre outras culturas:

O profissional ganha pontos quando se mostra uma pessoa aberta para experimentar e conhecer outras culturas. Recrutadores ou superiores também esperam de um profissional com perfil global que seja curioso e saiba se adaptar à cultura organizacional de empresas internacionais.

“Tem que ter também jogo de cintura, às vezes o candidato tem habilidades técnicas excelentes, mas tem dificuldade de relacionamento ou tem medo de novas experiências”, afirma Ana. Para Márcia, o profissional tem que se preocupar em aprender regras básicas da cultura local, como fazer corretamente o ritual da troca de cartões na China.

 

Fonte: Exame

Marketing Pessoal: Para causar boa impressão é preciso vestir-se de forma adequada

janeiro 23, 2012  
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Marketing Pessoal: Para causar boa impressão é preciso vestir-se de forma adequada

Sabemos que a primeira impressão é a que fica e nada melhor do que vestir-se bem para causar uma boa impressão.

Para causar boa impressão é preciso vestir-se de forma adequada.

Sabemos que a primeira impressão é a que fica e nada melhor do que vestir-se bem para causar uma boa impressão. Nestes novos tempos existem livros e até cursos que ensinam os profissionais a se vestirem de forma elegante e sem exageros.
Daí a importância que se deve dar ao vestuário no nosso dia-a-dia profissional.

É sempre bom ter cuidado que na hora de escolher uma roupa para ir ao trabalho, na dúvida, opte pelo clássico e nada de seguir a moda.

Segundo alguns especialistas cores escuras emagrecem e passam segurança, enquanto que cores claras engordam e passam uma imagem de descontração. Evite a todo custo o uso do jeans, deixe-o para usar em momentos de laser. Cuidado especial com a fragrância do seu perfume, para não incomodar as outras pessoas que você terá contato durante o dia.

Preste atenção na escolha de relógios e acessórios que complementem sua roupa, evite a todo custo os excessos.
Para os homens sapato social sempre é de bom tom e para as mulheres sandálias de salto também sem exagero. As mulheres devem evitar decotes e roupas transparentes.

A maquiagem deve ser sempre discreta e o batom e esmaltes em tom claros. As saias devem ficar na altura do joelho.
Os sapatos devem ser fechados. Já os homens devem evitar camisa quadriculada (tipo Agostinho do seriado A Grande Família, personagem de Pedro Cardoso).

A barba deve ser feita, se possível, diariamente. O uso do terno deve obedecer a seguinte ordem: tons escuros para a noite e claros para o dia.

Essas regras simples podem lhe ajudar a vestir-se de forma simples e elegante para fazer o seu marketing pessoal funcionar a seu favor.

Eugênio Sales Queiroz é consultor empresarial e um dos palestrantes motivacionais mais requisitados do Brasil. Seu novo livro As 60 Ações Inteligentes Para o Sucesso já está a venda nas principais livrarias ou através do site: www.eugeniosales.com.br

 

Fonte: Administradores

Nova lei não põe fim à polêmica sobre trabalho a distância

janeiro 23, 2012  
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por Fernanda de Almeida e Lucas Toyama

A Lei 12.551 foi sancionada em dezembro, mas está longe de por um ponto final nas discussões sobre a distinção entre trabalho dentro da empresa e a distância. Com o objetivo de equiparar os efeitos jurídicos do trabalho exercido por profissionais que atuam fora do ambiente empresarial ao exercido dentro dele, a lei acabou colocando em questão o uso de celulares e e-mail fora do horário do expediente e do local de trabalho. Afinal, ela define que os meios telemáticos e informatizados – como internet e celular – equiparam-se aos meios pessoais e diretos de comando e supervisão do trabalho e, por isso, se utilizados em períodos que não o do expediente, devem ser considerados horas extras.

Apesar de afetar diretamente aquele funcionário que, após executar a sua jornada de trabalho, fica à disposição para atender a um novo serviço para a companhia, a lei acaba respingando também nas empresas que oferecem regras mais flexíveis a seus profissionais, como o homeoffice ou horários de trabalho não tão rígidos, que permitem ao funcionário acomodar atividades pessoais ao longo do dia, compensando essas horas à noite ou quando a demanda do trabalho assim o exigir.

É o caso a Adapta, empresa de softwares para gestão empresarial, que oferece, por exemplo, smartphones a alguns de seus colaboradores, “mais como um meio de segurança para o profissional que precisa fazer contato com a empresa em uma situação atípica e menos com a intenção de tê-lo sempre à disposição”, explica Luiza Nizoli, presidente da companhia.

Para ela, a lei prejudicará a liberdade de que dispõem esses profissionais. “Temos situações em que o profissional se ausenta ao longo de todo o dia, não cumpre sua jornada normal de trabalho, mas trabalha à noite, conectando-se à rede, respondendo seus e-mails e fazendo eventuais ligações”, diz Luiza. “Ou quando, por comodidade, o profissional executa suas atividades em finais de semana e compensa durante semana”, completa.

Os primeiros debates têm mostrado que a lei abre margens para múltiplas interpretações. Um trabalhador que está em casa e recebe um e-mail profissional, por exemplo, deve ser remunerado como outro que está trabalhando ininterruptamente no mesmo período? Afinal, quando o trabalhador está em casa e recebe um e-mail da empresa, ele está obrigatoriamente de plantão? Como há essa ambiguidade na interpretação da lei, as discussões judiciais sobre as horas extras, ainda que relativas ao trabalho por e-mail ou celular, podem continuar em uma zona cinza.

Objetivos da lei

A principal mudança que a lei traz é definir que todos os trabalhadores que executam suas atividades fora do local de trabalho, seja em casa ou à distância, passam a ter os mesmos direitos daqueles que exercem suas funções dentro das empresas, como hora extra, adicional noturno e assistência em caso de acidente de trabalho.

Segundo o advogado trabalhista Arnaldo Goldemberg, mestre em direito e defensor público do Estado do Rio de Janeiro, “o artigo 6º da CLT dizque ‘não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego’, ou seja, o fato de a atividade ser desenvolvida em casa e longe da presença constante do empregador não inibe a possibilidade da subordinação jurídica”, explica

Para ele, as mesmas questões que levam um empregador a não formalizar o contrato de um empregado presencial também levam à irregularidade no que diz respeito ao funcionário que trabalha a distância. Algumas questões se intensificam nessas circunstâncias, tais como o controle do horário de trabalho, a prestação de serviço extraordinário, os intervalos intrajornada, repouso semanal remunerado e feriados – e essas questões precisam ser levadas em conta e respeitadas.

“A nova lei busca efetivar uma construção jurisprudencial que permita a justa apreciação e composição de tais conflitos, adotando-se os princípios informativos do direito material e processual do trabalho, sobretudo o princípio da proteção que estabelece que a interpretação seja a mais favorável ao trabalhador, de modo a impedir que o empregado fique à mercê dos registros internos do sistema controlado pelo empregador”, afirma Goldemberg.

Controle e mudança de conduta

Para Luiza, da Adapta, a interpretação da respectiva lei não determina como a empresa fará para controlar as horas efetivas trabalhadas fora do local de trabalho. “Não tenho dúvida de que, por excesso de controles para dirimir riscos, a empresa restringirá os benefícios, como trabalhar em home office. Portanto, a lei deve ser criteriosamente reavaliada e reformulada, para que as empresas decidam com total segurança a viabilidade de continuidade do modelo atual adotado”, afirma.

Luiza acredita que a CLT como um todo deve ser reformulada, levando em consideração os novos tempos, novas práticas e, sobretudo, permitir que haja mais liberdade entre empregador e empregado quando ambos são beneficiados

O ponto de vista é controverso, já que o próprio Sindicato dos Trabalhadores de Tecnologia da Informação (Sindpd) acredita que a lei é favorável à categoria, que tem um contingente grande de profissionais trabalhando a distância ou em casa. “Como não havia regulamentação para esse tipo de trabalho, muitos profissionais acabavam atuando como pessoa jurídica, sem a cobertura dos direitos da CLT. A alteração da lei diminui a informalidade e preserva os direitos destes trabalhadores”, diz Antonio Neto, presidente do sindicato.

Ele acredita que, para evitar complicações com ações trabalhistas, as empresas que contratavam irregularmente os funcionários devam mudar de conduta, adotando métodos para controle das horas trabalhadas, seja por supervisão eletrônica (a partir do momento que o profissional se loga à rede) ou por metas e resultados.

Para os profissionais que não trabalham on-line, o advogado trabalhista lembra que o elemento subordinação está presente por outros meios, ainda que atenuados. “O controle pode ocorrer pela produtividade, qualidade do produto ou outras formas de fiscalização indireta. A nova lei, portanto, atendeu à evolução do pensamento jurídico e tornou expresso o reconhecimento desta forma de subordinação”, afirma. “O trabalhador que se enquadra na qualidade de empregado é aquele que mantém uma relação jurídica com o tomador de serviços que tenha a qualidade de empregador”, esclarece.

6 “pecados” que podem destruir sua carreira

janeiro 23, 2012  
Categoria(s) Notícias

6 “pecados” que podem destruir sua carreira

Preguiça e arrogância não devem refletir em suas atitudes no ambiente de trabalho.

A preguiça, a ganância, vaidade, inveja são alguns dos pecados capitais que devem ser evitadas a todo custo no ambiente de trabalho – mesmo que você não siga nenhuma religião. “Detectamos diariamente nas atitudes do profissional alguns pecados. Em alguns casos estes ficam mais marcados por um deslize comportamental do que por um erro técnico”, afirma Luiz Fernandes Visconte, sócio da Vicky Bloch Associados.

Para Renata Mello, especialista em etiqueta empresarial, as pessoas normalmente não se definem como um profissional preguiçoso ou ganancioso. Imprevistos acontecem e, às vezes, controlar o emocional é um desafio. Os erros citados acima são perdoáveis.

Entretanto, especialistas afirmam que a carreira de um profissional pode ser prejudicada quando este não se dá conta do excesso desses deslizes e se isenta da culpa de não conseguir uma promoção ou o reconhecimento do chefe ou colegas de trabalho.

Confira abaixo a lista com alguns pecados que devem ser evitados:

Arrogância:
Agir como se fosse o melhor profissional da empresa não significa que você realmente seja. Julgar-se melhor que o outro não traz vantagem profissional. Quando um trabalho é bem feito, os méritos e elogios chegarão sem precisar que você os chame.

Cinismo:
Criticar ou elogiar falsamente seus colegas de trabalho não são atitudes de um profissional que preza pela carreira. A competividade existe e não deve ser esquecida, mas ser cínico é, totalmente, dispensável.

Preguiça:
A preguiça não deve reinar quando se trata de trabalho. “Acaba sempre perdendo uma oportunidade de crescer, de compartilhar com os colegas alguma tarefa, com a desculpa de que está cansado demais ou ocupado demais”, afirma Visconte.

Lembre-se: ser proativo é quase uma senha para a ascensão profissional.

Ganância:
Como todo pecado, o excesso de ganância o transformará em um profissional focado somente em números, bônus e aumento de salário. É recomendável equilibrar o desejo de conquistar uma promoção, por exemplo.

Inveja:
Desmerecer seu colega de trabalho ou chefe não o tornará uma pessoa melhor, muito menos um profissional melhor. Reflita antes de fazer comentários maldosos que só o caracterizarão como uma pessoa invejosa.

Mentira:
Mentir requer talento, inventar desculpas não deve se tornar um hábito. Uma desculpa para não participar da reunião e as pessoas começam a duvidar da credibilidade do profissional.

 

Fonte: Exame

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