Como a obesidade pode atrapalhar sua carreira

fevereiro 6, 2012  
Categoria(s) Notícias

Como a obesidade pode atrapalhar sua carreira

Segundo pesquisa, 8,2% dos recrutadores evitam contratar candidatos obesos.

De acordo com pesquisa realizada no ano passado pelo site de emprego Catho Online, 8,2% dos recrutadores afirmam que evitam contratar candidatos obesos. O dado pode indicar que, dependendo do cargo e da empresa, os “quilinhos a mais” fazem, sim, a diferença.

De acordo com especialistas, não é que os candidatos obesos percam pontos ao serem comparados com outros. Mas, geralmente, os mais esbeltos podem ter chances de se destacar mais. “É como se todos os candidatos estivessem lado a lado em uma fila e os não obesos dessem um passo à frente”, afirma Leandro Muniz, gerente da empresa de recrutamento Michael Page em Curitiba.

Em alguns casos, “o candidato obeso que chega à entrevista ofegante, passando mal, suando, acaba demonstrando uma fraqueza na saúde”, diz Renata Mello, especialista em etiqueta empresarial.

“A saúde está associada a estilo de vida, de hábitos e a maioria dos obesos tem maus hábitos”, afirma com Ricardo De Marchi, médico, presidente da CPH Health e autor do livro “Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho”. A obesidade, muitas vezes, vem atrelada com doenças como pressão alta, colesterol elevado, diabetes e sedentarismo.

E isso pode, muitas vezes, influenciar diretamente na produtividade profissional. Pesquisa realizada nos Estados Unidos aponta que o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) está diretamente ligado à frequência das faltas ao trabalho dos funcionários.

O estudo acompanhou 4.153 funcionários da Shell durante quase dez anos. No período, aconteceram 132,8 ausências no trabalho para cada mil funcionários que apresentavam peso normal; 193,5 faltas para cada mil que estavam acima do peso e 239,7 para cada mil obesos.

“Cuidar da alimentação, ter uma regularidade nos treinos acabam ajudando o profissional a conhecer outras pessoas e pode influenciar positivamente em sua carreira”, afirma Muniz.

Fonte: Exame

Grupo Boticário abre inscrições para estágio em diversas áreas

fevereiro 6, 2012  
Categoria(s) Vagas

O Grupo Boticário, que controla as unidades de negócio O Boticário e Eudora, está com inscrições abertas para o programa de estágio que oferece 35 vagas.

As vagas são nas áreas de:

  • Comunicação,
  • Garantia da qualidade,
  • Marketing e vendas,
  • Operações,
  • Pesquisa e desenvolvimento,
  • Planejamento logístico,
  • Processos e projetos,
  • Sistemas da informação;
  • Suprimentos.

Para participar da seleção, o candidato deve estar cursando o último ou penúltimo ano dos cursos superiores de administração, comunicação social, desenho industrial, economia, engenharia, estatística, farmácia, informática, tecnologia da informação, marketing ou química. Os selecionados começam a trabalhar em abril de 2012.

A seleção inclui teste online, dinâmicas de grupo, entrevistas e documentação.

O Programa de Estágio do Grupo Boticário tem duração de um a dois anos e, durante esse período, os selecionados atuam e participam de ações de desenvolvimento na sede do Grupo Boticário, em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. Eles têm direito a planos de saúde e odontológico, transporte, ticket alimentação, seguro de vida e desconto na compra de produtos.
Ao final do contrato, conforme o desempenho e a disponibilidade de vagas, os jovens profissionais podem ser efetivados na área em que estagiaram, participar de outros processos seletivos internos ou concorrer a uma vaga no Programa Trainee.

As inscrições devem ser feitas até o dia 10 de fevereiro por meio do site www.grupoboticario.com.br.

Fonte: Guarulhos Online

A vida na encruzilhada

fevereiro 3, 2012  
Categoria(s) Artigos

Tom Coelho

por Tom Coelho

“Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.” (Platão)

Invariavelmente você passará, e mais de uma vez no decorrer de sua vida, por dilemas acerca dos caminhos a seguir em busca da tão almejada felicidade.

São situações únicas nas quais escolhas precisam ser feitas, decisões devem ser tomadas e a protelação apenas alimenta e aumenta a angústia, a ansiedade, a frustração e a insatisfação.

Nestas ocasiões, é comum declarar não saber o que se quer. Decerto, os primeiros questionamentos são com relação ao sentido da própria vida, levando ao entendimento de que se trata de uma “crise existencial”, na qual imperam o vazio e o caos.

O fato é que este é um momento singular para grande reflexão pessoal a fim de identificar, reconhecer e enfrentar esta crise. É hora de questionar valores, encontrar novas referências, compreender transformações, acolher mudanças ou promover rupturas. Você controla seus pensamentos, amadurece suas emoções e decide sair da zona de conforto, abandonando o comodismo e o conformismo, buscando soluções para seus problemas em lugar de culpados.

Por se tratar de um processo, não é algo que será resolvido em um único final de semana. Por isso, é importante ter paciência e dar tempo ao tempo. Interprete esta fase como um período de aprendizado que poderá levar você ao crescimento, à evolução e à superação.

Lembre-se de formular muitas perguntas – e buscar respostas para a maioria delas. E embora as tais respostas devam vir de você mesmo, convém consultar terceiros, porém com parcimônia, pois respostas desencontradas podem mais desorientar do que ajudar.

Saber o que não quer, também é um grande progresso. Assim é o estudante diante da escolha de qual carreira seguir, que embora frente a múltiplas possibilidades, tem ao menos a convicção de que selecionar Administração exclui Medicina, uma inclinação ao Direito enfraquece a opção por Engenharia, e vice-versa.

O profissional em transição de carreira pode ter dúvidas entre pedir demissão e procurar outra empresa, tornar-se consultor, abrir um empreendimento próprio, fazer um concurso público ou mesmo tirar um período sabático para reflexão.
Mas será um grande avanço saber que não pretende continuar em seu atual emprego, posto que desestimulado seja pela falta de desafios, oportunidades, reconhecimento ou clima organizacional agradável.

Analogamente, um relacionamento conjugal desgastado, arrasta-se e sucumbe de tal forma que a separação não decorre porque se deseja ficar só ou buscar a companhia de outra pessoa, mas apenas porque não se deseja continuar ao lado de quem está hoje.

Nossa vida, nos dias atuais, tornou-se alienante, diante de sua rapidez e senso constante de urgência. Deixamos de valorizar o que temos para projetar o que não temos, com base nas imposições da sociedade e no ideal de status.

O que realmente vale a pena é aquilo que nos traz serenidade, sossego e paz de espírito. Que nos permite sorrir de forma autêntica e compartilhar da convivência das pessoas que apreciamos. Que nos possibilita recostar a cabeça no travesseiro no final do dia e dormir o sono leve, acolhedor e reconfortante de quem fez o melhor e se prepara para um novo e edificante amanhecer.

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outros cinco livros.

Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

5 dicas para tornar a sua rotina de trabalho mais apaixonante

fevereiro 1, 2012  
Categoria(s) Notícias

Especialista ensina quais são as atitudes que podem acabar com o tédio – e a falta de sentido – no seu expediente.

Há quem faça dos dias úteis uma verdadeira contagem regressiva para que o fim de semana chegue logo. Motivo? A paixão por aquilo que faz já se foi há muito tempo. No lugar, sobraram uma sucessão de tarefas e horas entediantes, sem muito sentido como um todo.

Mas, de acordo com especialistas, é possível mudar este cenário e se apaixonar pelo seu trabalho novamente – mesmo que sua carreira não esteja entre as mais felizes. Confira cinco dicas práticas para você tomar ainda hoje e começar a próxima semana, o mês e (para alguns) até o ano, com uma nova perspectiva sobre a maneira como você lida com os dias que compõem a sua carreira:

1. Assuma a própria pele:

De acordo com os especialistas, o primeiro passo para transformar a sua rotina de trabalho e torná-la digna de olhos brilhantes é compreender a si mesmo.

Você precisa definir claramente quais são seus talentos e paixões. Em outros termos, aquilo que você faz com excelência e o que move você.

“Muitas pessoas querem ser algo que não conseguem, fingem ser o que não são e passam a viver na mentira”, diz a psicoterapeuta Claudia Riecken, presidente da Quantum Assessment.“Você tem que ser de verdade. Tem que se aceitar e se sentir à vontade na própria pele”.

2. Faça amigos:

Essa é a base, segundo a especialista, para que você possa ter um bom relacionamento com as pessoas que passam boa parte dos dias úteis ao seu lado.

Segundo a especialista, aceitar seus colegas de trabalho e manter um relacionamento harmonioso com eles é outra atitude essencial para que sua rotina profissional seja mais leve.

“A ideia é integrar o sentido da amizade com o propósito do trabalho em si. Não é separar, fazer da amizade o oásis e o trabalho, o deserto”, diz.

3 Assuma desafios:

Ciente de seus talentos, não tenha medo de assumir os desafios que aparecerem na sua área de atuação. “Estar na zona de conforto não é problema, é importante estar confortável em algumas situações. O perigoso é ficar estagnado”, afirma a especialista.

De acordo com ela, os desafios profissionais assumem um papel de mola propulsora de qualquer carreira.

“Eles animam seu espírito e corpo para se desenvolver”, afirma. “Se você não colocar seus talentos no mundo, eles viram sintomas que podem ser desde uma dor de cabeça até um trabalho que não é mais apaixonante”.

4. Esteja pronto para aprender:

Neste processo, tenha disposição para aprender. “Uma aprendizagem nova nos faz sentir mais preparado para a vida. É quase como se fosse um prêmio por estar aberto para o desenvolvimento”, afirma a especialista.

5. Tome a iniciativa:

Agora, não espere apenas por políticas da área de recursos humanos para melhorar a sua rotina. Deve partir de você a iniciativa para tornar o seu trabalho mais motivador.

“O mundo precisa de pessoas que estejam dispostas a mudar o ambiente. A assumir a postura de líder, independente da posição que ocupa”, diz a especialista.
Fonte: Exame

Como aprimorar a habilidade de ouvir efetivamente

fevereiro 1, 2012  
Categoria(s) Notícias

Como aprimorar a habilidade de ouvir efetivamente

Para ter êxito no seu trabalho, líderes devem escrever, falar e ouvir efetivamente. Para Pablo Aversa, especialista em carreiras e sócio-fundador da Alliance Coaching, ouvir efetivamente talvez seja a mais importante dessas três habilidades, considerando que os executivos são demandados a fazê-lo com significativa frequência, mas também é, provavelmente, a aptidão mais difícil de dominar. O especialista compartilha as técnicas que os líderes podem utilizar para aprimorar essas habilidades:

1. Concentre-se no que os outros estão dizendo: Quando está ouvindo alguém, você normalmente se vê pensando numa tarefa cujo prazo de entrega está se esgotando? Ou mesmo numa questão familiar importante? No meio de uma conversa, você percebe às vezes que não ouviu uma única palavra do que a outra pessoa falou? Pois é, a maior parte dos indivíduos fala numa velocidade entre 175 e 200 palavras por minuto. Entretanto, pesquisas sugerem que nós somos capazes de processar palavras numa velocidade de 600 a 1.000 palavras por minuto. O papel do líder hoje em dia é muito rápido e complexo e, considerando que o cérebro não utiliza toda a sua capacidade ao ouvir, a mente do líder talvez devaneie pensando em perguntas e explicações que ainda estão por vir, em vez de ouvir a mensagem presente. Essa energia mental não utilizada pode ser uma barreira para ouvir efetivamente, fazendo com que o líder perca ou interprete mal o que os outros estão falando. É importante, portanto, que o líder se concentre naquilo que os outros estão dizendo, de forma que uma comunicação efetiva possa se estabelecer.

2. Envie a mensagem não-verbal que você está ouvindo:  Quando alguém está falando com você, você mantém contato visual com essa pessoa? Você demonstra para quem fala que está ouvindo, balançando afirmativamente a cabeça? Sua linguagem corporal transmite a mensagem que você está ouvindo? Você se inclina para frente e não utiliza suas mãos para brincar com objetos? A maior parte dos peritos em comunicação concorda que as mensagens não-verbais podem ser três vezes mais poderosas que as mensagens verbais. Uma comunicação efetiva fica difícil sempre e quando você envia uma mensagem não-verbal de que não está realmente ouvindo.

3. Evite conclusões prematuras: Ao ouvir, você frequentemente realiza julgamentos imediatos sobre o que o outro está falando? Você assume ou imagina o que o outro vai falar a seguir? Às vezes, você descobre mais tarde que errou na correta interpretação do que o outro estava lhe dizendo? Considerando que o ouvinte pode escutar numa velocidade maior que aquela com a qual a maior parte dos locutores fala, existe uma tendência a concluir rápido demais. Essa tendência é, talvez, o maior obstáculo para ouvir efetivamente. É especialmente importante evitar conclusões prematuras, quando se ouve uma pessoa com a qual você não concorda. Quando os ouvintes começam a discordar da mensagem enviada, eles tendem a interpretar mal o restante da informação e a distorcer o significado originalmente pretendido, de forma que ela seja consistente com as suas próprias crenças.

4. Evite ficar defensivo: Você alguma vez levou para o lado pessoal o que outra pessoa falou, quando aquilo que ela dizia não tinha nenhuma conotação pessoal? Você alguma vez ficou zangado em relação ao que outra pessoa disse? Ouvir cuidadosamente não significa que você sempre vai concordar com o ponto de vista do outro, mas significa, sim, que você vai tentar ouvir o que a outra pessoa está dizendo sem ficar exageradamente na defensiva. Tempo demais gasto explicando, elaborando e defendendo sua decisão ou posição é um sinal seguro de que você não está ouvindo. Isso ocorre porque seu papel mudou, de um posicionamento no qual você ouve para outro no qual você convence os demais de que estão errados. Depois de ouvir uma posição ou uma sugestão com que você não concorda, simplesmente responda com algo do tipo: “Entendo o seu ponto. Apenas discordamos nessa questão.” Ouvintes efetivos podem ouvir calmamente outra pessoa, mesmo quando ela está discorrendo críticas injustas.

5. Parafraseie: Parafrasear é a arte de colocar em suas próprias palavras aquilo que você considera que ouviu e dizê-lo de volta ao locutor. Por exemplo, um subordinado pode dizer: “Você foi injusto ao me dar uma nota tão baixa na minha avaliação de desempenho. Você me avaliou abaixo do João. Eu posso fazer o trabalho melhor do que ele e, além disso, estou há mais tempo aqui.” Parafraseando uma resposta seria: “Vejo que você está transtornado em relação à sua avaliação. Você acha que foi injusto eu ter avaliado você desse jeito.” Parafrasear é uma excelente técnica para melhorar suas habilidades de ouvir e resolver problemas. Primeiro, porque você tem de ouvir com muito cuidado, caso deseje parafrasear exatamente o que ouviu. Segundo, porque uma resposta parafraseada vai deixar claro para o locutor que a mensagem dele foi corretamente recebida e encorajá-lo a expandir aquilo que está tentando comunicar.

6. Ouça (e observe) sentimentos: Ao ouvir, você se concentra apenas nas palavras que estão sendo ditas ou também se concentra na forma como elas estão sendo ditas? O modo como o locutor se posiciona, o tom de sua voz e a inflexão que utiliza, bem como o que está fazendo com as mãos, tudo isso faz parte da mensagem que está sendo enviada. Uma pessoa que altera sua voz está provavelmente zangada ou frustrada. Alguém olhando para baixo enquanto fala está provavelmente sem graça ou envergonhado. Interrupções podem sugerir medo ou falta de confiança. Quem faz contato visual e se inclina à frente está, em princípio, exibindo confiança. Discussões podem refletir preocupação. Silêncio inadequado pode ser sinal de agressão e ser entendido como punição.

7. Faça perguntas: Quando está ouvindo uma mensagem, você geralmente faz perguntas? Você tenta esclarecer o que alguém lhe disse? Ouvintes efetivos se asseguram de que escutaram corretamente a mensagem que está sendo enviada. Faça perguntas para esclarecer pontos ou para obter informação adicional. Questões abertas são as melhores. Elas demandam que o locutor passe mais dados. Formule suas perguntas de modo que fique claro que você ainda não chegou a nenhuma conclusão. Isso vai assegurar quem envia a mensagem de que você só está interessado em obter mais e melhores dados. E, quanto mais informações você, como ouvinte, tiver, melhor poderá responder à comunicação do locutor.


Fonte:
RHCentral

Clube do RH em ação 2012

janeiro 31, 2012  
Categoria(s) Artigos

Fórum RH Guarulhos e região inicia suas atividades para 2012

Reunião de alinhamento reúne grupo de coordenação

Na manhã do dia 25 de Janeiro aconteceu o primeiro encontro dos profissionais de Recursos Humanos do grupo de coordenação do Fórum RH Guarulhos e Região de Alinhamento na sede da ASEC.

Realizado pelo Clube do RH em parceria com a ASEC,ACE,CIESP e APEG, este Fórum foi focado em discutir e alinhar os assuntos e temas para o planejamento das atividades de 2012, para continuar consolidando a integração e interação desses profissionais.

Gestores de RH de empresas como a Infraero, Fibrasil, Glasser, Cennabras, Nautika, Grupo Primaveras, Dryport, Fitas, Overlake, Quimesp e até a própria ACE Guarulhos que fazem parte do grupo de coordenação, estiveram na reunião, fazendo uma avaliação positiva das atividades de 2011 em especial no aspecto do entrosamento dos participantes.

O encontro foi resumido em uma palavra “transformação”, desenvolver ainda mais essa área de RH nas empresas com ênfase no RH estratégico é o grande desafio para esses profissionais dentro do grupo, sempre tendo como base o relacionamento e troca de experiências..

O Fórum acontece uma vez por mês, e você profissional ou estudante da área, é o nosso convidado (a) para participar.

Clube do RH seu portal da internet para o mundo!!

Você sabe como contratar um bom funcionário?

janeiro 30, 2012  
Categoria(s) Notícias

Você sabe como contratar um bom funcionário?

Saiba quais os pontos que devem ser abordados em uma entrevista e como você pode descobrir mais coisas sobre os candidatos.

A revista Entrepreneur deu dicas para quem quer contratar um bom funcionário para uma empresa, seja ela de pequeno ou grande porte. Segundo a publicação, existem três questões essenciais quando você está prestes a contratar um funcionário: ele pode fazer o trabalho? Ele fará o trabalho? Ele irá se ajustar à cultura organizacional da empresa?

De acordo com a revista, é importante se lembrar de que você é um expert no assunto e, especialmente, na sua empresa. Por isso, você deve perguntar exemplos de trabalhos já realizados, dar aos candidatos desafios hipotéticos e prestar o máximo de atenção em como eles resolvem problemas. Outra dica é dar pequenas tarefas a serem realizadas durante as entrevistas. É possível até pedir que eles completem um projeto, por exemplo.

Já se você vai contratar alguém que não tem nada a ver com a sua área, o ideal é ter em mente o que você espera que este profissional execute. Se você é um publicitário e precisa contratar um programador para desenvolver um aplicativo, esboce o app e conte para o candidato como você quer que ele seja. Então, pergunte para o possível funcionário como ele desenvolveria sua aplicação. Faça anotações e use as ideias deste primeiro concorrente para desafiar os demais.

Assim que você entrevistar diversas pessoas, será fácil de compreender as metodologias existentes para a criação do aplicativo e, mais ainda, qual é a pessoa ideal para realizar este trabalho.

Um ponto que se deve considerar sempre é se o candidato terá motivação para exercer a função. Então, não se esqueça de questionar: quão comprometido ele é? Por que ele está animado para trabalhar aqui? Para isso, é necessário fazer perguntas que expressem seus gostos e desgostos, além de coisas que eles são apaixonados e coisas que não fariam de jeito nenhum. Criar situações hipotéticas para descobrir a ética e honestidade do candidato também é essencial.

Fora isso, durante a entrevista, é bom saber quais são os sonhos e aspirações profissionais da pessoa. Questione ainda o que a palavra “sucesso” significa para ele e peça para que o candidato se coloque no lugar de algum executivo importante, como o presidente executivo do Google, por exemplo. Pergunte quais atitudes ele tomaria em certas situações e o que ele mudaria na empresa para torná-la ainda melhor.

De acordo com a publicação, em cerca de 60 minutos de entrevista é possível conhecer bastante o convidado e ter uma boa noção se esta pessoa vai se encaixar para a vaga em questão.

Gostou das dicas? Se você tem alguma tática na hora da contratação, conte para nós nos comentários abaixo. E se você está do outro lado da história, leia aqui uma matéria que dá dicas de como buscar empregos nas redes sociais.

 

Fonte: OlharDigital

Carreira em web: só fica offline quem quer

janeiro 30, 2012  
Categoria(s) Notícias

Carreira em web: só fica offline quem quer

É preciso pessoal qualificado para cuidar das várias profissões que surgiram com o crescimento da internet.

* Marcelo Loschiavo

Você nem mesmo terminou de ler o título deste artigo e cinco novos blogs foram criados em alguma parte do planeta. Isso mesmo: no mundo virtual, nasce um blog por segundo. No total, estima-se que passou do trilhão o número de sites de internet e até 2012 seremos 2 bilhões de internautas. Esses dados ilustram a velocidade com que a Internet passou a fazer parte e modificou nossas vidas e o próprio mercado de trabalho.

Uma revolução que começou no Brasil há menos de 20 anos e ajudou a criar hábitos, culturas, tecnologias, formas de comunicação e expressão, tendências, necessidades e até profissões. Só para programadores de softwares e desenvolvedores há mais de 70 mil vagas no País e a estimativa é que esse número triplique até 2013.

É preciso pessoal qualificado para cuidar dos lay-outs, da navegabilidade e do conteúdo de todas as páginas de internet, blogs e mídias sociais. Tanto que é inconcebível nos dias de hoje que um site criado há dois, três anos continue igual, sem alteração no seu projeto. Nesse período, mudaram a linguagem de programação, a navegabilidade e a própria forma de o internauta se relacionar com a internet. Enquanto escrevo, novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e as que já existem, aperfeiçoadas.

A capacidade de adaptação e a criatividade são alguns dos requisitos para fazer carreira na área. Sem contar a agilidade para acompanhar as ondas que vêm e vão. Hoje vivemos a Web 2.0, amanhã o que vai ser? O Orkut no Brasil foi um fenômeno mundial. Hoje todo mundo quer “curtir” no Facebook. A necessidade de estar sempre atento e atualizado reflete na corrida por cursos, palestras e workshops para tentar antecipar as tendências.

Isso porque em web não existe o “clínico geral”. O primeiro passo para tornar-se atraente neste mercado é definir uma área de especialização. Os experts são disputados a peso de ouro. Os salários em web podem começar em R$ 2 mil para estagiários e chegam rápido aos dois dígitos, dependendo do nível de conhecimento do profissional.

Entre as quatro principais profissões do segmento de web atualmente, podemos destacar duas mais conhecidas, como webdesigner e programador ou desenvolvedor. Há ainda o estrategista de conteúdo, que é responsável por maximizar o impacto da comunicação na web, de acordo com o objetivo, e tem uma visão geral, que envolve pesquisa, estratégia editorial, gestão, produção e otimização de conteúdo, além da avaliação de resultados.

A que deve ter uma das maiores demandas é também a mais recente. O analista de mídias sociais surgiu para suprir a necessidade das empresas de se expressarem no mundo virtual por meio das redes sociais, como Twitter, Facebook e YouTube. Sua função é produzir conteúdo e fazer a interface entre a empresa e o cliente.

Muitas empresas já vivem essa realidade. A maioria, porém, não se mexe por receio de abrir o canal e receber reclamações. Parafraseando o inventor norte-americano Benjamin Franklin, que disse que as únicas duas certezas na vida são a morte e os impostos, eu incluiria a terceira: reclamações de consumidores. Saiba que elas virão, independentemente de os canais virtuais existirem ou não.

Há nas redes sociais muitos casos de clientes insatisfeitos ignorados pelos fornecedores, que expuseram seu problema na rede, na forma de vídeos no YouTube, perfis no Twitter ou blogs, criando um movimento negativo gigantesco. Se as companhias tivessem o canal aberto e bem administrado, teriam interagido com o cliente antes de o estrago ser feito. Hoje quem fala na internet grita para multidões.

Abrir esse canal, mantê-lo vivo e dinâmico, tornou-se estratégico, porque ele divulga e vende o produto, tira dúvidas, interage com os consumidores e protege a empresa, com uma característica que vira um diferencial na conquista e fidelização do cliente: a transparência. As empresas não podem mais ignorar a força da internet, o que criará milhares de oportunidades de trabalho.
E você, vai correr o risco de ficar offline?

* Marcelo Loschiavo é sócio-diretor do DRC Treinamentos

Fonte: OlharDigital

Um mundo doente, por Tom Coelho

janeiro 27, 2012  
Categoria(s) Notícias

Um mundo doente

* por Tom Coelho

“A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.” (John Dewey)

Crise na Europa e nos Estados Unidos, queda de governos árabes, discussões sobre o aquecimento global. As doenças que acometem o mundo não são de ordem econômica, política ou ambiental. Nossas mazelas são de caráter social. A sociedade está enferma.

As pessoas estão fisicamente doentes. Caminhe por uma praia e observe a condição dos banhistas para constatar a falta de cuidados com o próprio corpo, fruto de vida sedentária, alimentação desregrada, ausência de atividade física. Não é à toa que obesidade, hipertensão arterial e doenças coronarianas crescem vertiginosamente.

As pessoas estão mentalmente doentes. Ansiedade, angústia, transtornos de humor. Como prova do que digo, observe a proliferação de drogarias por todo o país. E mais do que o número de novos estabelecimentos, a frequência maciça de consumidores. Não importam dia e horário, invariavelmente você encontrará filas nos caixas. Gente comprando de medicamentos para as dores do corpo, a ansiolíticos e antidepressivos.

As relações sociais estão doentes. Temos cada vez mais amigos virtuais, mas continuamos sem conhecer o vizinho que reside há anos na porta ao lado. Familiares não comungam de uma mesma refeição, pais e filhos pouco conversam, casais de amigos em um encontro pessoal trocam a autenticidade de um diálogo pela efemeridade de tuitadas em seus smartphones.

As empresas estão doentes. Mesmo quando lucrativas, sofrem com crises de liderança, dificuldades para engajar seus funcionários e reter talentos, dilemas morais para alinhar discursos institucionais às práticas corporativas.

Valores e virtudes estão doentes. Intolerância, egoísmo e cupidez suplantam condescendência, generosidade e gentileza. Prevalece a ética do interesse pessoal em detrimento do coletivo.

No dia seguinte ao réveillon, na praia, no campo ou nas ruas das cidades, o cenário era de guerra. Lixo por todos os lados. Garrafas despedaçadas, deixando cacos de vidros infiltrados na mesma areia onde crianças inocentemente iriam brincar ao raiar do dia.

Nossos problemas não são conjunturais, mas estruturais. E a solução passa por reflexão, educação e cultura.

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outros cinco livros.

Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

Oi está com inscrições abertas para Programa de Estágio

janeiro 25, 2012  
Categoria(s) Vagas

A telefonia Oi prorrogou as inscrições para o processo seletivo de 2012. A entrada para os candidatos selecionados está prevista para março e outubro. Os candidatos interessados em estagiar na Oi devem ter inglês intermediário, domínio do pacote Office e estar a no mínimo 1 ano e meio e no máximo 2 anos da formatura.

Na Oi, o processo seletivo para o Programa de Estágio é completo. Há provas online (Inglês, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Gerais), Dinâmicas de Grupo, fase em que são discutidos casos situacionais, e entrevistas com RH e Gestor.

As inscrições já podem ser feitas até o fim de janeiro no site www.oi.com.br/euquerotrabalharnaoi.

 

Fonte: Guarulhos Online

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